16 de set. de 2009

D0,1-Leia o texto abaixo.
CACHORROS
Os zoólogos acreditam que o cachorro se originou de uma
espécie de lobo que vivia na Ásia. Depois os cães se juntaram
aos seres humanos e se espalharam por quase todo o mundo.
Essa amizade começou há uns 12 mil anos, no tempo em que as pessoas
precisavam caçar para se alimentar. Os cachorros perceberam que, se não
atacassem os humanos, podiam ficar perto deles e comer a comida que sobrava.
Já os homens descobriram que os cachorros podiam ajudar a caçar, a cuidar de
rebanhos e a tomar conta da casa, além de serem ótimos companheiros. Um
colaborava com o outro e a parceria deu certo.
www.recreionline.com.br
(P04424SI) O assunto tratado nesse texto é a
A) relação entre homens e cães.
B) profissão de zoólogo.
C) amizade entre os animais.
D) alimentação dos cães.

D 2Leia o texto abaixo e responda às questões.
Caipora
É um Mito do Brasil que os índios já conheciam desde a época do descobrimento.
Índios e Jesuítas o chamavam de Caiçara, o protetor da caça e das matas.
Seus pés voltados para trás servem para despistar os caçadores, deixando-os
sempre a seguir rastros falsos. Quem o vê, perde totalmente o rumo, e não sabe
mais achar o caminho de volta. É impossível capturá-lo. Para atrair suas vítimas,
ele, às vezes, chama as pessoas com gritos que imitam a voz humana. É também
chamado de Pai ou Mãe-do-Mato, Curupira e Caapora. Para os Índios Guaranis, ele
é o Demônio da Floresta. Às vezes é visto montando um porco do mato.
http://www.arteducacao.pro.br/
(P04419SI) De acordo com esse texto, os pés voltados para trás da Caipora servem para
A) atrair suas vítimas.
B) despistar caçadores.
C) montar um porco do mato.
D) proteger as matas.

D3-Leia o texto abaixo e responda às questões.
O Feitiço do sapo
Eva Furnari
Todo lugar sempre tem um doido. Piririca da Serra tem Zóio. Ele é um sujeito
cheio de idéias, fi ca horas falando e anda pra cima e pra baixo, numa bicicleta pra
lá de doida, que só falta voar. O povo da cidade conta mais de mil casos de Zóio,
e acha que tudo acontece, coitado, por causa da sua sincera mania de fazer “boas
ações”. Outro dia, Zóio estava passando em frente à casa de Carmela, quando
a ouviu cantar uma bela e triste canção. Zóio parou e pensou: que pena, uma
moça tão bonita, de voz tão doce, fi car assim triste e sem apetite de tanto esperar
um príncipe encantado. Isto não era justo. Achou que poderia ajudar Carmela a
realizar seu sonho e tinha certeza de que justamente ele era a pessoa certa para
isso. Zóio se pôs a imaginar como iria achar um príncipe para Carmela. Pensou
muito para encontrar uma solução e fi nalmente teve uma grande idéia de jerico:
foi até a beira do rio, pegou um sapo verde e colocou-o numa caixa bem na porta
da casa dela.
FURNARI, Eva. O feitiço do sapo. São Paulo: Editora Ática, 2006, p. 4 e 5. Fragmento.
(P04471SI) A intenção de Zóio ao colocar um sapo na porta da casa de Carmela foi
A) ajudá-la a encontrar um príncipe encantado.
B) ajudá-la a cantar com voz mais doce ainda.
C) encontrar alguém para cuidar do sapo que vivia no rio.
D) fazer uma surpresa, dando-lhe um sapo de presente.

D5- Leia o texto abaixo e responda às questões.
O menor jornal
A jornalista Dolores Nunes é a responsável pelo menor
jornal do mundo. No dia 23, o micro jornal Vossa Senhoria,
da cidade de Divinópolis (MG), recebeu o certifi cado do
livro dos recordes, atestando que o seu jornal, com apenas
3,5 centímetros de altura e 2,5 centímetros de largura, é o
menor jornal do mundo. O jornal tem 16 páginas mensais,
tiragem de 5 mil exemplares e aborda diversos assuntos da
atualidade.
(P04464SI) O que signifi ca atestando?
A) Afi rmando por escrito.
B) Dando uma notícia.
C) Fazendo um teste.
D) Lendo com atenção.

D10- Leia o texto abaixo e responda à questão.
PRINCESA NENÚFAR ELFO-ELFA
Nasceu já bem pálida, de olhos claros e cabelos
loiros, quase brancos. Foi se tornando invisível já
na infância e viveu o resto da vida num castelo malassombrado,
com fantasmas amigos da família. Dizem
que é muito bonita, mas é bem difícil de se saber se é
verdade.
SOUZA, Flávio de. Príncipes e princesas, sapos e lagartos. Histórias modernas de tempos antigos. Editora
FTD, p. 16. Fragmento.
(P04462SI) A opinião das pessoas sobre a princesa é de que ela
A) é muito bonita.
B) é pálida, de olhos claros.
C) tem cabelos quase brancos.
D) vive num castelo.

D5- Leia o texto abaixo.
FRANGO COM QUIABO
Ingredientes:
500g de frango cortado
Suco cuado de 3 limões
3 dentes de alho amassados
Sal e pimenta a gosto
500g de quiabo
1 cebola grande cortada em cubos
3 tomates sem sementes, cortados em cubos
Salsinha a gosto.
Modo de preparo
Tempere o frango com a metade do suco de limão, os dentes de alho, sal e pimenta
e deixe nesse tempero por uma hora.
Lave bem os quiabos, corte as pontas, coloque-os em um recipiente e regue com a
outra metade do suco de limão.
Em uma panela, aqueça o azeite e doure os pedaços de frango. Acrescente a
cebola e os tomates e refogue em fogo baixo, mexendo sempre. Junte os quiabos
escorridos. Deixe cozinhar até que os quiabos estejam macios. Adicione a salsinha.
Sirva assim qe retirar do fogo.
(P04139SI) Este texto é
A) uma receita culinária.
B) a história de um frango.
C) uma instrução de jogo.
D) uma bula de remédio.

D7- Leia o texto abaixo e responda à questão.
05/05/2006
MARCELA,
vou levar as crianças para um passeio no Museu. Voltaremos
no fi nal da tarde, não se preocupe em preparar lanche para
nós.
Um abraço,
Mamãe.
(P04425SI) Esse texto serve para
A) dar uma notícia.
B) deixar um recado.
C) fazer um convite.
D) vender um produto.

D8- Observe o texto abaixo.
Maurício de Souza
(P04153SI) Na história, a mulher passa a perseguir o lobisomem. Isto aconteceu porque
A) o lobisomem não queria mais perseguir a mulher.
B) o lobisomem se transformou num homem.
C) a mulher não tem medo de lobisomem.
D) a mulher gosta de perseguir lobisomem.

D12- Leia o texto e responda às questões.

DÍDIMO, Horácio. As historinhas do mestre jabuti. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2003, p. 23.
(P04300SI) A casa que estava em pé desabou
A) por causa de um terremoto.
B) porque teve medo da bruxa.
C) porque era uma casa doida.
D) por causa das janelas abertas.

D15-Leia o texto abaixo.
A BONECA
Olavo Bilac
Deixando a bola e a peteca
Com que inda há pouco brincavam,
Por causa de uma boneca,
Duas meninas brigavam.
Dizia a primeira: “É minha!”
“É minha!” a outra gritava;
E nenhuma se continha,
Nem a boneca largava.
Quem mais sofria (coitada!)
Era a boneca. Já tinha
Toda a roupa estraçalhada,
E amarrotada a carinha.
Tanto puxaram por ela,
Que a pobre rasgou-se ao meio,
Perdendo a estopa amarela
Que lhe formava o recheio.
E, ao fi m de tanta fadiga,
Voltando à bola e à peteca,
Ambas, por causa da briga,
Ficaram sem a boneca...
Olavo Bilac, Poesias infantis. Rio de Janeiro: Ed. Francisco Alves, 1949, p. 31-32.
(P06116SI) No trecho “Que a pobre rasgou-se ao meio”, a expressão sublinhada referese
a
A) estopa.
B) peteca.
C) roupa.
D) boneca.

D19- Leia o texto abaixo e responda às questões.
O HOMEM DO OLHO TORTO
No sertão nordestino, vivia um velho chamado Alexandre. Meio caçador,
meio vaqueiro, era cheio de conversas – falava cuspindo, espumando como
um sapo-cururu. O que mais chamava a atenção era o seu olho torto, que
ganhou quando foi caçar a égua pampa, a pedido do pai. Alexandre rodou
o sertão, mas não achou a tal égua. Pegou no sono no meio do mato e,
quando acordou, montou num animal que pensou ser a égua. Era uma
onça. No corre-corre, machucou-se com galhos de árvores e fi cou sem um
olho. Alexandre até que tentou colocar seu olho de volta no buraco, mas fez
errado. Ficou com um olho torto.
RAMOS, Graciliano. História de Alexandre. Editora Record. In Revista Educação, ano 11, n. 124, p. 14.
(P04526SI) O que deu origem aos fatos narrados nesse texto?
A) O fato de Alexandre falar muito.
B) O hábito de Alexandre de falar cuspindo.
C) A caçada de Alexandre à égua pampa.
D) A caçada de Alexandre a uma onça.

D23- Leia o texto abaixo. (P04506SI) Essa tirinha é engraçada porque
A) Cascão não percebeu que o chão da casa estava limpo.
B) a mãe do Cascão não viu que ele entrava em casa.
C) as mãos do Cascão estavam tão sujas quanto seus pés.
D) as pessoas podem andar apoiadas em suas mãos.

D21-Leia o texto abaixo e responda à questão.
Conheça o robô que tem como local de trabalho
a maior fl oresta tropical do mundo!
Ele tem uma tarefa muito importante: cuidar da fl oresta amazônica. Esse guardião
é capaz de andar na água, na lama, na terra e na vegetação – e sem fazer barulho,
para não incomodar nem os animais nem os moradores do lugar. Ele também é
forte, agüenta até mordida de jacaré! E consegue obter dados importantes sobre a
Amazônia, além de coletar amostras do local. Ele é o robô ambiental híbrido Chico
Mendes.
www.cienciahoje.uol.com.br
(P04519SI) Leia novamente a frase abaixo.
Ele tem uma tarefa muito importante: cuidar da fl oresta amazônica.
Nessa frase, o uso dos dois pontos (:) serve para
A) anunciar uma explicação.
B) demonstrar surpresa.
C) indicar que alguém vai falar.
D) marcar uma pergunta.

D13-Leia o texto abaixo.

Folha de São Paulo, Caderno Folhinha, 24 de maio de 2003, p. 3.
(P06109SI) O texto que você leu foi escrito para
A) mulheres.
B) crianças.
C) viajantes.
D) desenhistas.


9º ano

D1- Identificar o tema ou o sentido global de um texto
Essa habilidade, mais complexa, requer do aluno uma série de tarefas cognitivas para chegar ao
tema. Para o sucesso dessa tarefa, é importante a observação dos tópicos textuais, a relação entre
os diferentes tópicos do texto, a recorrência de palavras e expressões e outros marcadores do
texto.
Os itens relativos a esse descritor buscam aferir a capacidade de identificar o núcleo temático que
confere unidade semântica ao texto.
Veja o exemplo de um item que avalia essa habilidade no 9º ano do EF.
Leia o texto abaixo e responda às questões.
Lambe-lambe
Por Márcio Cotrim
Nome de profi ssional que perdeu espaço na era da foto digital pode ajudar
a entender a evolução da imagem fotográfi ca
Os leitores mais jovens não devem saber o que é isso. A eles, já
explico. Anos atrás, “lambe-lambe” era o fotógrafo instantâneo querido
e popular que, trabalhando ao ar livre – geralmente em jardins públicos
–, produzia, com pouquíssimos recursos de que dispunha, fotos que
retratavam, para a posteridade, fl agrantes muito especiais. Aquele sujeito
circunspecto, todo paramentado, a mocinha casadoira, a família reunida
durante um passeio, o casal enamorado, momentos que se esvaem na
poeira dos anos.
Com a evolução tecnológica e a pressa de hoje, sobrevivem raros
lambes-lambes, sobretudo nas pequenas cidades do interior, fazendo
apenas retratos tipo 3x4 para documentos.
Mas por que era chamado de lambe-lambe? “Lamber” vem do latim
lambere, com o mesmo signifi cado que conhecemos. O curioso nome
tem origem num gesto comum no antigo exercício da profi ssão. É que
o fotógrafo usava a saliva, lambia o material sensível para marcar
e identifi car de que lado estava a emulsão química usada para fi xar a
imagem no papel ou chapa, e não colocá-lo do lado errado na hora bater
a fotografi a.
(...)
Língua Portuguesa. Ano II. Número 20. 2007. p.65.
(P09157SI) Esse texto trata
A) da origem do nome lambe-lambe.
B) da nova tecnologia usada nas fotos.
C) da profi ssão de fotógrafo do passado.
D) dos materiais usados em foto antiga.
E) dos momentos gravados nas fotos.

Leia o texto abaixo.
PARE DE FUMAR
O hábito de fumar pode ser considerado uma toxicomania? Se defi nirmos a
toximania como “uma tendência irresistível de consumir uma substância tóxica”,
o fumante inveterado deve ser classifi cado como um toxicômano.
Foram os espanhóis, no século XVI, que introduziram o tabaco na Europa,
a princípio consumido por soldados e marinheiros, que mascavam a erva e
fumavam em cachimbo. No início do século XX, o hábito de fumar difundiu-se por
todos os países, em todos os níveis sociais, tornando-se autêntica toxicomania,
apesar das advertências dos males que seu uso poderia provocar. É uma droga
que mata.
A diferença entre as toxicomanias clássicas (cocaína, heroína, morfi na,
maconha, anfetaminas, álcool) está no fato de que o tabaco não modifi ca a
personalidade do usuário e, embora possa produzir efeitos estimulantes ou
relaxantes, jamais afeta o equilíbrio mental. O uso continuado causa efeitos
orgânicos irreversíveis, que são letais, e o índice de mortalidade é proporcional
ao número de cigarros consumidos, sobretudo na faixa etária entre os 45 e 50
anos de idade.
A sociedade tem pago um tributo elevadíssimo pelo hábito de fumar: mortes
prematuras, doenças crônicas incapacitantes, diminuição de rendimento no
trabalho.
Nelson Senise, JB, 8/9/92, 1* CADERNO, P. 11
(P11198SI) O texto tem como tema
A) as doenças crônicas.
B) as vantagens do fumo.
C) o fumo como toxicomania.
D) a história do fumo.
E) as toxicomanias clássicas. D2. Localizar informações explícitas em um texto
As informações a que essa habilidade se refere podem ser localizadas a partir de marcas textuais. Um leitor
competente e atento às pistas do texto é capaz de localizar uma informação dada explicitamente ou em
forma de paráfrase.
O grau de complexidade dessa tarefa pode estar associado à localização da informação no texto (início,
meio, fim), extensão do texto e o fato de a informação estar explicitamente dada na base textual ou sob
forma de paráfrase.
Veja o exemplo de um item que avalia essa habilidade no 9o ano EF.
Leia o texto abaixo.
Por que milho não vira pipoca?
Não importa a maneira de
fazer pipoca. Sempre que se
chega ao fi nal do saquinho,
lá estão os duros e ruidosos
grãos de milho que não
estouraram. Essas bolinhas
irritantes, que já deixaram
muitos dentistas ocupados,
estão com os dias contados.
Cientistas norte-americanos
dizem que agora sabem, por
que alguns grãos de milho de
pipoca resistem ao estouro.
Há algum tempo já se sabe
que o milho de pipoca precisa
de umidade no seu núcleo de
amido, cerca de 15%, para
explodir. Mas pesquisadores
da Universidade Purdue
descobriram que a chave para
um bem–sucedido estouro do
milho está na casca.
“ Se muita
umidade
escapar, o
milho perde
a habilidade
de estourar e
apenas fi ca
ali
” Bruce Hamaker,
professor de química
alimentar
É indispensável uma
excelente estrutura de casca
para que o milho vire pipoca.
“Se muita umidade escapar,
o milho perde a habilidade
de estourar e apenas fi ca
ali”, explica Bruce Hamaker,
um professor de química
alimentar da Purdue.
Estado de Minas. 25 de abril de 2005.
(P09107SI) Para o milho estourar e virar pipoca é preciso que
A) a casca seja mais úmida que o núcleo.
B) a casca evite perda de umidade do núcleo.
C) o núcleo de amido estoure bem devagar.
D) o núcleo seja mais transparente que a casca.
E) a casca seja mais amarela que o núcleo.

Leia o texto abaixo e responda às questões.
Hierarquia
Diz que um leão enorme ia andando chateado, não muito rei dos animais,
porque tinha acabado de brigar com a mulher e esta lhe dissera poucas e boas.
Ainda com as palavras da mulher o aborrecendo, o leão subitamente se defrontou
com um pequeno rato, o ratinho menor que ele já tinha visto. Pisou-lhe a cauda
e, enquanto o rato forçava inutilmente para fugir, o leão gritou: “Miserável criatura,
estúpida, ínfi ma, vil, torpe: não conheço na criação nada mais insignifi cante
e nojenta. Vou te deixar com vida apenas para que você possa sofrer toda a
humilhação do que lhe disse, você, desgraçado, inferior, mesquinho, rato!” E
soltou-o. O rato correu o mais que pôde, mas, quando já estava a salvo, gritou
pro leão: “Será que Vossa Excelência poderia escrever isso pra mim? Vou me
encontrar agora mesmo com uma lesma que eu conheço e quero repetir isso pra
ela com as mesmas palavras!”
MORAL: Afi nal, ninguém é tão inferior assim.
SUBMORAL: Nem tão superior, por falar nisso.
Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1985.
(P11528SI) Ao encontrar um ratinho, o leão aproveitou a oportunidade para
A) amedrontar o pobre rato.
B) descarregar a sua raiva.
C) mostrar sua autoridade.
D) usar um vocabulário difícil.
E) vingar-se de sua mulher.

D3- Inferir informações implícitas em um texto
Diversas informações, em um texto, não são apresentadas na base textual, mas podem ser
pressupostas, a partir de pistas do texto.
Por meio de itens relativos a esse descritor, avalia-se a capacidade de buscar, nas entrelinhas, os
sentidos do texto a partir da articulação das proposições explícitas e do conhecimento de mundo
do leitor.
Veja um item que avalia essa habilidade no 9º ano do EF.
Leia o texto abaixo.
O Feitiço do sapo
Eva Furnari
Todo lugar sempre tem um doido. Piririca da Serra tem Zóio. Ele é um sujeito
cheio de idéias, fi ca horas falando e anda pra cima e pra baixo, numa bicicleta pra
lá de doida, que só falta voar. O povo da cidade conta mais de mil casos de Zóio,
e acha que tudo acontece, coitado, por causa da sua sincera mania de fazer “boas
ações”. Outro dia, Zóio estava passando em frente à casa de Carmela, quando a
ouviu cantar uma bela e triste canção. Zóio parou e pensou: que pena, uma moça
tão bonita, de voz tão doce, fi car assim triste e sem apetite de tanto esperar um
príncipe encantado. Isto não era justo. Achou que poderia ajudar Carmela a realizar
seu sonho e tinha certeza de que justamente ele era a pessoa certa para isso. Zóio
se pôs a imaginar como iria achar um príncipe para Carmela. Pensou muito para
encontrar uma solução e fi nalmente teve uma grande idéia de jerico: foi até a beira
do rio, pegou um sapo verde e colocou-o numa caixa bem na porta da casa dela.
FURNARI, Eva. O feitiço do sapo. São Paulo: Editora Ática, 2006, p. 4 e 5. Fragmento.
(P04471SI) A intenção de Zóio ao colocar um sapo na porta da casa de Carmela foi
A) ajudá-la a encontrar um príncipe encantado.
B) ajudá-la a cantar com voz mais doce ainda.
C) encontrar alguém para cuidar do sapo que vivia no rio.
D) fazer uma surpresa, dando-lhe um sapo de presente.

A seguir, um item utilizado para avaliar essa habilidade no 3o ano EM.
Leia o texto abaixo.
Morte e vida severina
(Fragmento)
– O meu nome é Severino,
como não tenho outro de pia.
Como há muitos Severinos,
que é santo de romaria,
deram então de me chamar
Severino de Maria;
como há muitos Severinos
com mães chamadas Maria,
fi quei sendo o da Maria
do fi nado Zacarias.
Mas isso ainda diz pouco:
há muitos na freguesia,
por causa de um coronel
que se chamou Zacarias
e que foi o mais antigo
senhor desta sesmaria.
Como então dizer quem fala
ora a Vossas Senhorias?
Vejamos: é o Severino
da Maria do Zacarias,
lá da serra da Costela,
limites da Paraíba.
MELO NETO, João Cabral de. Morte e vida Severina e outros poemas em voz alta. 34a ed, Rio de Janeiro:
Editora Nova Fronteira, 1994.
(P11523SI) Com base nesse fragmento do poema, pode-se afi rmar que o narrador
A) fala de sua mãe.
B) explica ao leitor quem é.
C) indica para onde quer ir.
D) fala sobre todos os bens.
E) diz o nome de batismo.

D5- Inferir o sentido de uma palavra ou expressão
Observe o exemplo de um item que avalia essa habilidade no 9º ano do EF.
Leia o texto abaixo.

(P08251SI) O uso da expressão “fi nalmente”, no primeiro quadrinho, indica que a
arrumação foi
A) completa.
B) corrida.
C) demorada.
D) mal feita.

D10- Distinguir um fato da opinião relativa a esse fato
A seguir, um item que avalia essa habilidade no 9º ano do EF.

Leia o texto abaixo.
Deitada na calçada, Dona Belarmina, 71 anos, parece até serena, quase
adormecida embaixo do cobertor quadriculado, a cabeça apoiada em pedaços
dobrados de papelão, que lhe servem também de colchão. Ainda é cedo, oito da
noite, e o movimento de carros e pessoas é intenso. Ninguém presta atenção.
“Já perdi tudo, até a vergonha”, diz a voz quase inaudível. Perdeu a família,
que lhe virou as costas quando se tornou um peso difícil de se sustentar. Perdeu
as condições de trabalhar “Eu era uma mulher trabalhadeira.” Perdeu o interesse
pela vida. Não sabe quem é o Presidente da República, nem o Governador, nem o
Prefeito. “E eles sabem que eu existo? Ninguém sabe nem que eu estou viva!”
Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 4 jun. 2000. p.4.
(P11325SI) Em qual das citações abaixo está expressa uma opinião do jornalista, autor
do texto?
A) “Dona Belarmina, 71 anos,...”
B) “Ainda é cedo, oito da noite,...”
C) ...parece até serena, quase adormecida...”
D) “a cabeça apoiada em pedaços de papelão,...”
E) “...o movimento de carros e pessoas é intenso.”

D6. Identificar o gênero de um texto
A seguir, veja um item que avalia essa habilidade no 3º ano EM.

Leia o texto abaixo.
Eureka: no Pólo descobri a terra
Acordamos às 6 h do dia 20 de abril para ir a Iqaluit. Às 8 h já tínhamos
lotado o ônibus com algumas toneladas de material e em poucos minutos
estávamos no aeroporto. Partimos às 10 h.
Enquanto voávamos na direção norte, olhando da janela do avião, vimos o
terreno mudar constantemente. O número de árvores diminuía cada vez mais,
os lagos iam fi cando congelados e o solo, branco de neve.
Depois de três horas de vôo, descemos em Iqaluit, uma cidade de 3 mil
habitantes, antigamente um povoado de esquimós.
Anne D’Heursel. Eureka: no Pólo descobri a terra. São Paulo, FTD, 1992. Fragmento.
(P11515SI) Esse texto pertence ao gênero
A) carta.
B) conto.
C) crônica.
D) relato.
E) sinopse.

D7- Identificar a função de textos de diferentes gêneros
A seguir, veja um item que avalia essa habilidade no 9º ano EF.
Leia o texto abaixo.
ANÚNCIO: ASTRA ANO 2002
Expression, prata, duvido igual!
estado de zero. R$27.000,00.
Urgente. Tratar: 2222-22-22
(P04442SI) Para que serve esse texto?
A) Contar uma história.
B) Dar um aviso.
C) Dar uma notícia.
D) Vender um produto.

D8- Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e
não-verbal
A seguir, o exemplo de um item que avalia essa habilidade no 9o ano do EF.


(P09001CD) De acordo com o mapa pode-se concluir que
A) vai chover em todo o estado de Minas, durante a semana.
B) todo o estado estará sujeito a pancadas violentas de chuva.
C) na maior parte do estado predomina tempo aberto com sol.
D) na maior parte do estado predomina tempo semi-nublado.
E) vai chover apenas na região Sul e Zona da Mata.

Veja o exemplo de um item que avalia essa habilidade no 3º ano do EM.

Leia o texto abaixo e responda à questão.
(P11543SI) Com base nessa tirinha, pode-se afi rmar que a menina
A) achou que a notícia que ouvia em inglês era sobre invasão.
B) costumava assistir todos os dias às aulas de inglês pelo rádio.
C) entendeu de forma correta toda a aula o que ouviu em inglês.
D) fazia sempre tradução simultânea do inglês para o português.
E) tinha o hábito de ouvir músicas e notícias, em inglês, pelo rádio.

Leia o texto abaixo.
SER FELIZ
TEXTO 1
“SER FELIZ É SABER APRECIAR AS COISAS
LINDAS QUE A VIDA OFERECE. E É IMPORTANTE
TER CONSCIÊNCIA DE QUE A NOSSA PERCEPÇÃO
INTERNA DIMENSIONA O EXTERNO – É ISSO QUE
NOS FAZ SENTIR PRAZER EM COZINHAR, COMPOR,
CANTAR, PARTILHAR AS COISAS BOAS... ISSO
FICA MAIS FÁCIL QUANDO PERCEBEMOS NOSSOS
EQUÍVOCOS E CONSEGUIMOS TOMAR O CONTROLE
DO BARCO. MINHA FELICIDADE NÃO PODE
DEPENDER DE NINGUÉM QUE NÃO SEJA EU MESMA
E, PARA ISSO, É FUNDAMENTAL ME LIBERTAR DO
ENTULHO E BUSCAR OS MEUS PRÓPRIOS FLUXOS.
AS SITUAÇÕES DIFÍCEIS NOS FAZEM VALORIZAR
AS PEQUENAS CONQUISTAS DO COTIDIANO E A
MATURIDADE TRAZ EQUILÍBRIO, AUTO-ESTIMA,
COMPAIXÃO, MUITAS CONQUISTAS PESSOAIS
IMPORTANTES.”
Wanderléia, 58 anos, cantora.

TEXTO 2
“SE FELICIDADE FOR AUSÊNCIA DE PROBLEMAS,
NÃO EXISTE. SE FOR UM SENTIR-SE BEM NA
PRÓPRIA PELE, GOSTAR DA VIDA, QUERER VIVER,
ENTÃO EXISTE. É UMA QUESTÃO DE SER MAIS
OU MENOS AMARGURADO, OU MAIS AMOROSO
E ESPERANÇOSO. NO DIA-A-DIA BUSCO SER
TÃO FELIZ QUANTO POSSO... FIQUEI VIÚVA PELA
PRIMEIRA VEZ AOS QUARENTA E NOVE ANOS,
PELA SEGUNDA, AOS 57. CADA VEZ ACHEI
QUE TUDO TINHA TERMINADO, MAS CADA VEZ
OS FILHOS, OS AMIGOS, O TRABALHO E AS
PRÓPRIAS MEMÓRIAS BOAS DOS AMADOS QUE
TINHAM PARTIDO ME AJUDARAM A RENASCER
E QUERER, NÃO APENAS SOBREVIVER, MAS
VIVER.”
Lya Luft, 66 anos, escritora.
Revista Marie Claire, abril de 2005.
(P08295SI) Qual é a opinião comum às duas autoras?
A) As pessoas dependem de si mesmas para serem felizes.
B) As pessoas podem sobreviver a períodos de infelicidade.
C) A maturidade dá condições de as pessoas serem mais felizes.
D) A felicidade depende de as pessoas reconhecerem os próprios erros.


D20- Reconhecer diferentes formas de abordar uma
informação ao comparar textos que tratam do mesmo tema
A seguir, veja um item que avalia essa habilidade no 9º ano EF.
Leia o texto abaixo.
Texto I Texto II
A distribuição da água no mundo, no Brasil
e na Amazônia
(Fragmento)
O volume total de água na Terra não
aumenta nem diminui: é sempre o mesmo.
Hoje somos mais de 5 bilhões de pessoas que,
com outros seres vivos, repartem essa água. O
desenvolvimento do ser humano está em grande
parte relacionado à quantidade e à qualidade da
água.
Cada pessoa gasta por dia, em média,
40 litros de água: bebendo, tomando banho,
escovando os dentes, lavando as mãos antes
das refeições etc.
Apenas 0,7% do volume total de água da
Terra é formado por água potável, isto é, pronta
para o consumo humano. Hoje em dia, quase
2 bilhões de pessoas não dispõem de água
potável.
Hoje, 54% da água disponível anualmente
está sendo consumida, dos quais 2/3 na
agricultura. Em 2025, 70% será consumida,
apenas considerando o aumento da população.
Caso os padrões de consumo dos países
desenvolvidos forem estendidos à população
mundial, estaremos consumindo 90% da água
disponível.
www.iepa.ap.gov.br/ . Acesso 22/07/2007
Planeta água
Água que nasce na fonte serena do mundo
E que abre um profundo grotão
Água que faz inocente riacho e deságua na
corrente do ribeirão
Águas escuras dos rios que levam a fertilidade
ao sertão
Águas que banham aldeias e matam a sede
da população
Águas que caem das pedras no véu das
cascatas, ronco de trovão
E depois dormem tranqüilas no leito dos lagos,
no leito dos lagos
Água dos igarapés, onde Iara, a mãe d’água e
misteriosa canção
Água que o sol evapora, pro céu vai embora,
virar nuvem de algodão
Gotas de água da chuva, alegre arco–íris sobre
a plantação
Gotas de água da chuva, tão triste, são lágrimas
na inundação
Águas que movem moinhos são as mesmas
águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes pro fundo da terra,
pro fundo da terra
Terra, planeta água...
www.vagalume.com.br/guilherme–arantes/planeta–agua.html
(P08314SI) Esses dois textos falam da
A) água das indústrias.
B) água da população.
C) água no mundo.
D) água no banho.
D0,1-Leia o texto abaixo.
CACHORROS
Os zoólogos acreditam que o cachorro se originou de uma
espécie de lobo que vivia na Ásia. Depois os cães se juntaram
aos seres humanos e se espalharam por quase todo o mundo.
Essa amizade começou há uns 12 mil anos, no tempo em que as pessoas
precisavam caçar para se alimentar. Os cachorros perceberam que, se não
atacassem os humanos, podiam ficar perto deles e comer a comida que sobrava.
Já os homens descobriram que os cachorros podiam ajudar a caçar, a cuidar de
rebanhos e a tomar conta da casa, além de serem ótimos companheiros. Um
colaborava com o outro e a parceria deu certo.
www.recreionline.com.br
(P04424SI) O assunto tratado nesse texto é a
A) relação entre homens e cães.
B) profissão de zoólogo.
C) amizade entre os animais.
D) alimentação dos cães.

D 2Leia o texto abaixo e responda às questões.
Caipora
É um Mito do Brasil que os índios já conheciam desde a época do descobrimento.
Índios e Jesuítas o chamavam de Caiçara, o protetor da caça e das matas.
Seus pés voltados para trás servem para despistar os caçadores, deixando-os
sempre a seguir rastros falsos. Quem o vê, perde totalmente o rumo, e não sabe
mais achar o caminho de volta. É impossível capturá-lo. Para atrair suas vítimas,
ele, às vezes, chama as pessoas com gritos que imitam a voz humana. É também
chamado de Pai ou Mãe-do-Mato, Curupira e Caapora. Para os Índios Guaranis, ele
é o Demônio da Floresta. Às vezes é visto montando um porco do mato.
http://www.arteducacao.pro.br/
(P04419SI) De acordo com esse texto, os pés voltados para trás da Caipora servem para
A) atrair suas vítimas.
B) despistar caçadores.
C) montar um porco do mato.
D) proteger as matas.

D3-Leia o texto abaixo e responda às questões.
O Feitiço do sapo
Eva Furnari
Todo lugar sempre tem um doido. Piririca da Serra tem Zóio. Ele é um sujeito
cheio de idéias, fi ca horas falando e anda pra cima e pra baixo, numa bicicleta pra
lá de doida, que só falta voar. O povo da cidade conta mais de mil casos de Zóio,
e acha que tudo acontece, coitado, por causa da sua sincera mania de fazer “boas
ações”. Outro dia, Zóio estava passando em frente à casa de Carmela, quando
a ouviu cantar uma bela e triste canção. Zóio parou e pensou: que pena, uma
moça tão bonita, de voz tão doce, fi car assim triste e sem apetite de tanto esperar
um príncipe encantado. Isto não era justo. Achou que poderia ajudar Carmela a
realizar seu sonho e tinha certeza de que justamente ele era a pessoa certa para
isso. Zóio se pôs a imaginar como iria achar um príncipe para Carmela. Pensou
muito para encontrar uma solução e fi nalmente teve uma grande idéia de jerico:
foi até a beira do rio, pegou um sapo verde e colocou-o numa caixa bem na porta
da casa dela.
FURNARI, Eva. O feitiço do sapo. São Paulo: Editora Ática, 2006, p. 4 e 5. Fragmento.
(P04471SI) A intenção de Zóio ao colocar um sapo na porta da casa de Carmela foi
A) ajudá-la a encontrar um príncipe encantado.
B) ajudá-la a cantar com voz mais doce ainda.
C) encontrar alguém para cuidar do sapo que vivia no rio.
D) fazer uma surpresa, dando-lhe um sapo de presente.

D5- Leia o texto abaixo e responda às questões.
O menor jornal
A jornalista Dolores Nunes é a responsável pelo menor
jornal do mundo. No dia 23, o micro jornal Vossa Senhoria,
da cidade de Divinópolis (MG), recebeu o certifi cado do
livro dos recordes, atestando que o seu jornal, com apenas
3,5 centímetros de altura e 2,5 centímetros de largura, é o
menor jornal do mundo. O jornal tem 16 páginas mensais,
tiragem de 5 mil exemplares e aborda diversos assuntos da
atualidade.
(P04464SI) O que signifi ca atestando?
A) Afi rmando por escrito.
B) Dando uma notícia.
C) Fazendo um teste.
D) Lendo com atenção.

D10- Leia o texto abaixo e responda à questão.
PRINCESA NENÚFAR ELFO-ELFA
Nasceu já bem pálida, de olhos claros e cabelos
loiros, quase brancos. Foi se tornando invisível já
na infância e viveu o resto da vida num castelo malassombrado,
com fantasmas amigos da família. Dizem
que é muito bonita, mas é bem difícil de se saber se é
verdade.
SOUZA, Flávio de. Príncipes e princesas, sapos e lagartos. Histórias modernas de tempos antigos. Editora
FTD, p. 16. Fragmento.
(P04462SI) A opinião das pessoas sobre a princesa é de que ela
A) é muito bonita.
B) é pálida, de olhos claros.
C) tem cabelos quase brancos.
D) vive num castelo.

D5- Leia o texto abaixo.
FRANGO COM QUIABO
Ingredientes:
500g de frango cortado
Suco cuado de 3 limões
3 dentes de alho amassados
Sal e pimenta a gosto
500g de quiabo
1 cebola grande cortada em cubos
3 tomates sem sementes, cortados em cubos
Salsinha a gosto.
Modo de preparo
Tempere o frango com a metade do suco de limão, os dentes de alho, sal e pimenta
e deixe nesse tempero por uma hora.
Lave bem os quiabos, corte as pontas, coloque-os em um recipiente e regue com a
outra metade do suco de limão.
Em uma panela, aqueça o azeite e doure os pedaços de frango. Acrescente a
cebola e os tomates e refogue em fogo baixo, mexendo sempre. Junte os quiabos
escorridos. Deixe cozinhar até que os quiabos estejam macios. Adicione a salsinha.
Sirva assim qe retirar do fogo.
(P04139SI) Este texto é
A) uma receita culinária.
B) a história de um frango.
C) uma instrução de jogo.
D) uma bula de remédio.

D7- Leia o texto abaixo e responda à questão.
05/05/2006
MARCELA,
vou levar as crianças para um passeio no Museu. Voltaremos
no fi nal da tarde, não se preocupe em preparar lanche para
nós.
Um abraço,
Mamãe.
(P04425SI) Esse texto serve para
A) dar uma notícia.
B) deixar um recado.
C) fazer um convite.
D) vender um produto.

D8- Observe o texto abaixo.
Maurício de Souza
(P04153SI) Na história, a mulher passa a perseguir o lobisomem. Isto aconteceu porque
A) o lobisomem não queria mais perseguir a mulher.
B) o lobisomem se transformou num homem.
C) a mulher não tem medo de lobisomem.
D) a mulher gosta de perseguir lobisomem.

D12- Leia o texto e responda às questões.

DÍDIMO, Horácio. As historinhas do mestre jabuti. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2003, p. 23.
(P04300SI) A casa que estava em pé desabou
A) por causa de um terremoto.
B) porque teve medo da bruxa.
C) porque era uma casa doida.
D) por causa das janelas abertas.

D15-Leia o texto abaixo.
A BONECA
Olavo Bilac
Deixando a bola e a peteca
Com que inda há pouco brincavam,
Por causa de uma boneca,
Duas meninas brigavam.
Dizia a primeira: “É minha!”
“É minha!” a outra gritava;
E nenhuma se continha,
Nem a boneca largava.
Quem mais sofria (coitada!)
Era a boneca. Já tinha
Toda a roupa estraçalhada,
E amarrotada a carinha.
Tanto puxaram por ela,
Que a pobre rasgou-se ao meio,
Perdendo a estopa amarela
Que lhe formava o recheio.
E, ao fi m de tanta fadiga,
Voltando à bola e à peteca,
Ambas, por causa da briga,
Ficaram sem a boneca...
Olavo Bilac, Poesias infantis. Rio de Janeiro: Ed. Francisco Alves, 1949, p. 31-32.
(P06116SI) No trecho “Que a pobre rasgou-se ao meio”, a expressão sublinhada referese
a
A) estopa.
B) peteca.
C) roupa.
D) boneca.

D19- Leia o texto abaixo e responda às questões.
O HOMEM DO OLHO TORTO
No sertão nordestino, vivia um velho chamado Alexandre. Meio caçador,
meio vaqueiro, era cheio de conversas – falava cuspindo, espumando como
um sapo-cururu. O que mais chamava a atenção era o seu olho torto, que
ganhou quando foi caçar a égua pampa, a pedido do pai. Alexandre rodou
o sertão, mas não achou a tal égua. Pegou no sono no meio do mato e,
quando acordou, montou num animal que pensou ser a égua. Era uma
onça. No corre-corre, machucou-se com galhos de árvores e fi cou sem um
olho. Alexandre até que tentou colocar seu olho de volta no buraco, mas fez
errado. Ficou com um olho torto.
RAMOS, Graciliano. História de Alexandre. Editora Record. In Revista Educação, ano 11, n. 124, p. 14.
(P04526SI) O que deu origem aos fatos narrados nesse texto?
A) O fato de Alexandre falar muito.
B) O hábito de Alexandre de falar cuspindo.
C) A caçada de Alexandre à égua pampa.
D) A caçada de Alexandre a uma onça.

D23- Leia o texto abaixo. (P04506SI) Essa tirinha é engraçada porque
A) Cascão não percebeu que o chão da casa estava limpo.
B) a mãe do Cascão não viu que ele entrava em casa.
C) as mãos do Cascão estavam tão sujas quanto seus pés.
D) as pessoas podem andar apoiadas em suas mãos.

D21-Leia o texto abaixo e responda à questão.
Conheça o robô que tem como local de trabalho
a maior fl oresta tropical do mundo!
Ele tem uma tarefa muito importante: cuidar da fl oresta amazônica. Esse guardião
é capaz de andar na água, na lama, na terra e na vegetação – e sem fazer barulho,
para não incomodar nem os animais nem os moradores do lugar. Ele também é
forte, agüenta até mordida de jacaré! E consegue obter dados importantes sobre a
Amazônia, além de coletar amostras do local. Ele é o robô ambiental híbrido Chico
Mendes.
www.cienciahoje.uol.com.br
(P04519SI) Leia novamente a frase abaixo.
Ele tem uma tarefa muito importante: cuidar da fl oresta amazônica.
Nessa frase, o uso dos dois pontos (:) serve para
A) anunciar uma explicação.
B) demonstrar surpresa.
C) indicar que alguém vai falar.
D) marcar uma pergunta.

D13-Leia o texto abaixo.

Folha de São Paulo, Caderno Folhinha, 24 de maio de 2003, p. 3.
(P06109SI) O texto que você leu foi escrito para
A) mulheres.
B) crianças.
C) viajantes.
D) desenhistas.


9º ano

D1- Identificar o tema ou o sentido global de um texto
Essa habilidade, mais complexa, requer do aluno uma série de tarefas cognitivas para chegar ao
tema. Para o sucesso dessa tarefa, é importante a observação dos tópicos textuais, a relação entre
os diferentes tópicos do texto, a recorrência de palavras e expressões e outros marcadores do
texto.
Os itens relativos a esse descritor buscam aferir a capacidade de identificar o núcleo temático que
confere unidade semântica ao texto.
Veja o exemplo de um item que avalia essa habilidade no 9º ano do EF.
Leia o texto abaixo e responda às questões.
Lambe-lambe
Por Márcio Cotrim
Nome de profi ssional que perdeu espaço na era da foto digital pode ajudar
a entender a evolução da imagem fotográfi ca
Os leitores mais jovens não devem saber o que é isso. A eles, já
explico. Anos atrás, “lambe-lambe” era o fotógrafo instantâneo querido
e popular que, trabalhando ao ar livre – geralmente em jardins públicos
–, produzia, com pouquíssimos recursos de que dispunha, fotos que
retratavam, para a posteridade, fl agrantes muito especiais. Aquele sujeito
circunspecto, todo paramentado, a mocinha casadoira, a família reunida
durante um passeio, o casal enamorado, momentos que se esvaem na
poeira dos anos.
Com a evolução tecnológica e a pressa de hoje, sobrevivem raros
lambes-lambes, sobretudo nas pequenas cidades do interior, fazendo
apenas retratos tipo 3x4 para documentos.
Mas por que era chamado de lambe-lambe? “Lamber” vem do latim
lambere, com o mesmo signifi cado que conhecemos. O curioso nome
tem origem num gesto comum no antigo exercício da profi ssão. É que
o fotógrafo usava a saliva, lambia o material sensível para marcar
e identifi car de que lado estava a emulsão química usada para fi xar a
imagem no papel ou chapa, e não colocá-lo do lado errado na hora bater
a fotografi a.
(...)
Língua Portuguesa. Ano II. Número 20. 2007. p.65.
(P09157SI) Esse texto trata
A) da origem do nome lambe-lambe.
B) da nova tecnologia usada nas fotos.
C) da profi ssão de fotógrafo do passado.
D) dos materiais usados em foto antiga.
E) dos momentos gravados nas fotos.

Leia o texto abaixo.
PARE DE FUMAR
O hábito de fumar pode ser considerado uma toxicomania? Se defi nirmos a
toximania como “uma tendência irresistível de consumir uma substância tóxica”,
o fumante inveterado deve ser classifi cado como um toxicômano.
Foram os espanhóis, no século XVI, que introduziram o tabaco na Europa,
a princípio consumido por soldados e marinheiros, que mascavam a erva e
fumavam em cachimbo. No início do século XX, o hábito de fumar difundiu-se por
todos os países, em todos os níveis sociais, tornando-se autêntica toxicomania,
apesar das advertências dos males que seu uso poderia provocar. É uma droga
que mata.
A diferença entre as toxicomanias clássicas (cocaína, heroína, morfi na,
maconha, anfetaminas, álcool) está no fato de que o tabaco não modifi ca a
personalidade do usuário e, embora possa produzir efeitos estimulantes ou
relaxantes, jamais afeta o equilíbrio mental. O uso continuado causa efeitos
orgânicos irreversíveis, que são letais, e o índice de mortalidade é proporcional
ao número de cigarros consumidos, sobretudo na faixa etária entre os 45 e 50
anos de idade.
A sociedade tem pago um tributo elevadíssimo pelo hábito de fumar: mortes
prematuras, doenças crônicas incapacitantes, diminuição de rendimento no
trabalho.
Nelson Senise, JB, 8/9/92, 1* CADERNO, P. 11
(P11198SI) O texto tem como tema
A) as doenças crônicas.
B) as vantagens do fumo.
C) o fumo como toxicomania.
D) a história do fumo.
E) as toxicomanias clássicas. D2. Localizar informações explícitas em um texto
As informações a que essa habilidade se refere podem ser localizadas a partir de marcas textuais. Um leitor
competente e atento às pistas do texto é capaz de localizar uma informação dada explicitamente ou em
forma de paráfrase.
O grau de complexidade dessa tarefa pode estar associado à localização da informação no texto (início,
meio, fim), extensão do texto e o fato de a informação estar explicitamente dada na base textual ou sob
forma de paráfrase.
Veja o exemplo de um item que avalia essa habilidade no 9o ano EF.
Leia o texto abaixo.
Por que milho não vira pipoca?
Não importa a maneira de
fazer pipoca. Sempre que se
chega ao fi nal do saquinho,
lá estão os duros e ruidosos
grãos de milho que não
estouraram. Essas bolinhas
irritantes, que já deixaram
muitos dentistas ocupados,
estão com os dias contados.
Cientistas norte-americanos
dizem que agora sabem, por
que alguns grãos de milho de
pipoca resistem ao estouro.
Há algum tempo já se sabe
que o milho de pipoca precisa
de umidade no seu núcleo de
amido, cerca de 15%, para
explodir. Mas pesquisadores
da Universidade Purdue
descobriram que a chave para
um bem–sucedido estouro do
milho está na casca.
“ Se muita
umidade
escapar, o
milho perde
a habilidade
de estourar e
apenas fi ca
ali
” Bruce Hamaker,
professor de química
alimentar
É indispensável uma
excelente estrutura de casca
para que o milho vire pipoca.
“Se muita umidade escapar,
o milho perde a habilidade
de estourar e apenas fi ca
ali”, explica Bruce Hamaker,
um professor de química
alimentar da Purdue.
Estado de Minas. 25 de abril de 2005.
(P09107SI) Para o milho estourar e virar pipoca é preciso que
A) a casca seja mais úmida que o núcleo.
B) a casca evite perda de umidade do núcleo.
C) o núcleo de amido estoure bem devagar.
D) o núcleo seja mais transparente que a casca.
E) a casca seja mais amarela que o núcleo.

Leia o texto abaixo e responda às questões.
Hierarquia
Diz que um leão enorme ia andando chateado, não muito rei dos animais,
porque tinha acabado de brigar com a mulher e esta lhe dissera poucas e boas.
Ainda com as palavras da mulher o aborrecendo, o leão subitamente se defrontou
com um pequeno rato, o ratinho menor que ele já tinha visto. Pisou-lhe a cauda
e, enquanto o rato forçava inutilmente para fugir, o leão gritou: “Miserável criatura,
estúpida, ínfi ma, vil, torpe: não conheço na criação nada mais insignifi cante
e nojenta. Vou te deixar com vida apenas para que você possa sofrer toda a
humilhação do que lhe disse, você, desgraçado, inferior, mesquinho, rato!” E
soltou-o. O rato correu o mais que pôde, mas, quando já estava a salvo, gritou
pro leão: “Será que Vossa Excelência poderia escrever isso pra mim? Vou me
encontrar agora mesmo com uma lesma que eu conheço e quero repetir isso pra
ela com as mesmas palavras!”
MORAL: Afi nal, ninguém é tão inferior assim.
SUBMORAL: Nem tão superior, por falar nisso.
Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1985.
(P11528SI) Ao encontrar um ratinho, o leão aproveitou a oportunidade para
A) amedrontar o pobre rato.
B) descarregar a sua raiva.
C) mostrar sua autoridade.
D) usar um vocabulário difícil.
E) vingar-se de sua mulher.

D3- Inferir informações implícitas em um texto
Diversas informações, em um texto, não são apresentadas na base textual, mas podem ser
pressupostas, a partir de pistas do texto.
Por meio de itens relativos a esse descritor, avalia-se a capacidade de buscar, nas entrelinhas, os
sentidos do texto a partir da articulação das proposições explícitas e do conhecimento de mundo
do leitor.
Veja um item que avalia essa habilidade no 9º ano do EF.
Leia o texto abaixo.
O Feitiço do sapo
Eva Furnari
Todo lugar sempre tem um doido. Piririca da Serra tem Zóio. Ele é um sujeito
cheio de idéias, fi ca horas falando e anda pra cima e pra baixo, numa bicicleta pra
lá de doida, que só falta voar. O povo da cidade conta mais de mil casos de Zóio,
e acha que tudo acontece, coitado, por causa da sua sincera mania de fazer “boas
ações”. Outro dia, Zóio estava passando em frente à casa de Carmela, quando a
ouviu cantar uma bela e triste canção. Zóio parou e pensou: que pena, uma moça
tão bonita, de voz tão doce, fi car assim triste e sem apetite de tanto esperar um
príncipe encantado. Isto não era justo. Achou que poderia ajudar Carmela a realizar
seu sonho e tinha certeza de que justamente ele era a pessoa certa para isso. Zóio
se pôs a imaginar como iria achar um príncipe para Carmela. Pensou muito para
encontrar uma solução e fi nalmente teve uma grande idéia de jerico: foi até a beira
do rio, pegou um sapo verde e colocou-o numa caixa bem na porta da casa dela.
FURNARI, Eva. O feitiço do sapo. São Paulo: Editora Ática, 2006, p. 4 e 5. Fragmento.
(P04471SI) A intenção de Zóio ao colocar um sapo na porta da casa de Carmela foi
A) ajudá-la a encontrar um príncipe encantado.
B) ajudá-la a cantar com voz mais doce ainda.
C) encontrar alguém para cuidar do sapo que vivia no rio.
D) fazer uma surpresa, dando-lhe um sapo de presente.

A seguir, um item utilizado para avaliar essa habilidade no 3o ano EM.
Leia o texto abaixo.
Morte e vida severina
(Fragmento)
– O meu nome é Severino,
como não tenho outro de pia.
Como há muitos Severinos,
que é santo de romaria,
deram então de me chamar
Severino de Maria;
como há muitos Severinos
com mães chamadas Maria,
fi quei sendo o da Maria
do fi nado Zacarias.
Mas isso ainda diz pouco:
há muitos na freguesia,
por causa de um coronel
que se chamou Zacarias
e que foi o mais antigo
senhor desta sesmaria.
Como então dizer quem fala
ora a Vossas Senhorias?
Vejamos: é o Severino
da Maria do Zacarias,
lá da serra da Costela,
limites da Paraíba.
MELO NETO, João Cabral de. Morte e vida Severina e outros poemas em voz alta. 34a ed, Rio de Janeiro:
Editora Nova Fronteira, 1994.
(P11523SI) Com base nesse fragmento do poema, pode-se afi rmar que o narrador
A) fala de sua mãe.
B) explica ao leitor quem é.
C) indica para onde quer ir.
D) fala sobre todos os bens.
E) diz o nome de batismo.

D5- Inferir o sentido de uma palavra ou expressão
Observe o exemplo de um item que avalia essa habilidade no 9º ano do EF.
Leia o texto abaixo.

(P08251SI) O uso da expressão “fi nalmente”, no primeiro quadrinho, indica que a
arrumação foi
A) completa.
B) corrida.
C) demorada.
D) mal feita.

D10- Distinguir um fato da opinião relativa a esse fato
A seguir, um item que avalia essa habilidade no 9º ano do EF.

Leia o texto abaixo.
Deitada na calçada, Dona Belarmina, 71 anos, parece até serena, quase
adormecida embaixo do cobertor quadriculado, a cabeça apoiada em pedaços
dobrados de papelão, que lhe servem também de colchão. Ainda é cedo, oito da
noite, e o movimento de carros e pessoas é intenso. Ninguém presta atenção.
“Já perdi tudo, até a vergonha”, diz a voz quase inaudível. Perdeu a família,
que lhe virou as costas quando se tornou um peso difícil de se sustentar. Perdeu
as condições de trabalhar “Eu era uma mulher trabalhadeira.” Perdeu o interesse
pela vida. Não sabe quem é o Presidente da República, nem o Governador, nem o
Prefeito. “E eles sabem que eu existo? Ninguém sabe nem que eu estou viva!”
Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 4 jun. 2000. p.4.
(P11325SI) Em qual das citações abaixo está expressa uma opinião do jornalista, autor
do texto?
A) “Dona Belarmina, 71 anos,...”
B) “Ainda é cedo, oito da noite,...”
C) ...parece até serena, quase adormecida...”
D) “a cabeça apoiada em pedaços de papelão,...”
E) “...o movimento de carros e pessoas é intenso.”

D6. Identificar o gênero de um texto
A seguir, veja um item que avalia essa habilidade no 3º ano EM.

Leia o texto abaixo.
Eureka: no Pólo descobri a terra
Acordamos às 6 h do dia 20 de abril para ir a Iqaluit. Às 8 h já tínhamos
lotado o ônibus com algumas toneladas de material e em poucos minutos
estávamos no aeroporto. Partimos às 10 h.
Enquanto voávamos na direção norte, olhando da janela do avião, vimos o
terreno mudar constantemente. O número de árvores diminuía cada vez mais,
os lagos iam fi cando congelados e o solo, branco de neve.
Depois de três horas de vôo, descemos em Iqaluit, uma cidade de 3 mil
habitantes, antigamente um povoado de esquimós.
Anne D’Heursel. Eureka: no Pólo descobri a terra. São Paulo, FTD, 1992. Fragmento.
(P11515SI) Esse texto pertence ao gênero
A) carta.
B) conto.
C) crônica.
D) relato.
E) sinopse.

D7- Identificar a função de textos de diferentes gêneros
A seguir, veja um item que avalia essa habilidade no 9º ano EF.
Leia o texto abaixo.
ANÚNCIO: ASTRA ANO 2002
Expression, prata, duvido igual!
estado de zero. R$27.000,00.
Urgente. Tratar: 2222-22-22
(P04442SI) Para que serve esse texto?
A) Contar uma história.
B) Dar um aviso.
C) Dar uma notícia.
D) Vender um produto.

D8- Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e
não-verbal
A seguir, o exemplo de um item que avalia essa habilidade no 9o ano do EF.


(P09001CD) De acordo com o mapa pode-se concluir que
A) vai chover em todo o estado de Minas, durante a semana.
B) todo o estado estará sujeito a pancadas violentas de chuva.
C) na maior parte do estado predomina tempo aberto com sol.
D) na maior parte do estado predomina tempo semi-nublado.
E) vai chover apenas na região Sul e Zona da Mata.

Veja o exemplo de um item que avalia essa habilidade no 3º ano do EM.

Leia o texto abaixo e responda à questão.
(P11543SI) Com base nessa tirinha, pode-se afi rmar que a menina
A) achou que a notícia que ouvia em inglês era sobre invasão.
B) costumava assistir todos os dias às aulas de inglês pelo rádio.
C) entendeu de forma correta toda a aula o que ouviu em inglês.
D) fazia sempre tradução simultânea do inglês para o português.
E) tinha o hábito de ouvir músicas e notícias, em inglês, pelo rádio.

Leia o texto abaixo.
SER FELIZ
TEXTO 1
“SER FELIZ É SABER APRECIAR AS COISAS
LINDAS QUE A VIDA OFERECE. E É IMPORTANTE
TER CONSCIÊNCIA DE QUE A NOSSA PERCEPÇÃO
INTERNA DIMENSIONA O EXTERNO – É ISSO QUE
NOS FAZ SENTIR PRAZER EM COZINHAR, COMPOR,
CANTAR, PARTILHAR AS COISAS BOAS... ISSO
FICA MAIS FÁCIL QUANDO PERCEBEMOS NOSSOS
EQUÍVOCOS E CONSEGUIMOS TOMAR O CONTROLE
DO BARCO. MINHA FELICIDADE NÃO PODE
DEPENDER DE NINGUÉM QUE NÃO SEJA EU MESMA
E, PARA ISSO, É FUNDAMENTAL ME LIBERTAR DO
ENTULHO E BUSCAR OS MEUS PRÓPRIOS FLUXOS.
AS SITUAÇÕES DIFÍCEIS NOS FAZEM VALORIZAR
AS PEQUENAS CONQUISTAS DO COTIDIANO E A
MATURIDADE TRAZ EQUILÍBRIO, AUTO-ESTIMA,
COMPAIXÃO, MUITAS CONQUISTAS PESSOAIS
IMPORTANTES.”
Wanderléia, 58 anos, cantora.

TEXTO 2
“SE FELICIDADE FOR AUSÊNCIA DE PROBLEMAS,
NÃO EXISTE. SE FOR UM SENTIR-SE BEM NA
PRÓPRIA PELE, GOSTAR DA VIDA, QUERER VIVER,
ENTÃO EXISTE. É UMA QUESTÃO DE SER MAIS
OU MENOS AMARGURADO, OU MAIS AMOROSO
E ESPERANÇOSO. NO DIA-A-DIA BUSCO SER
TÃO FELIZ QUANTO POSSO... FIQUEI VIÚVA PELA
PRIMEIRA VEZ AOS QUARENTA E NOVE ANOS,
PELA SEGUNDA, AOS 57. CADA VEZ ACHEI
QUE TUDO TINHA TERMINADO, MAS CADA VEZ
OS FILHOS, OS AMIGOS, O TRABALHO E AS
PRÓPRIAS MEMÓRIAS BOAS DOS AMADOS QUE
TINHAM PARTIDO ME AJUDARAM A RENASCER
E QUERER, NÃO APENAS SOBREVIVER, MAS
VIVER.”
Lya Luft, 66 anos, escritora.
Revista Marie Claire, abril de 2005.
(P08295SI) Qual é a opinião comum às duas autoras?
A) As pessoas dependem de si mesmas para serem felizes.
B) As pessoas podem sobreviver a períodos de infelicidade.
C) A maturidade dá condições de as pessoas serem mais felizes.
D) A felicidade depende de as pessoas reconhecerem os próprios erros.


D20- Reconhecer diferentes formas de abordar uma
informação ao comparar textos que tratam do mesmo tema
A seguir, veja um item que avalia essa habilidade no 9º ano EF.
Leia o texto abaixo.
Texto I Texto II
A distribuição da água no mundo, no Brasil
e na Amazônia
(Fragmento)
O volume total de água na Terra não
aumenta nem diminui: é sempre o mesmo.
Hoje somos mais de 5 bilhões de pessoas que,
com outros seres vivos, repartem essa água. O
desenvolvimento do ser humano está em grande
parte relacionado à quantidade e à qualidade da
água.
Cada pessoa gasta por dia, em média,
40 litros de água: bebendo, tomando banho,
escovando os dentes, lavando as mãos antes
das refeições etc.
Apenas 0,7% do volume total de água da
Terra é formado por água potável, isto é, pronta
para o consumo humano. Hoje em dia, quase
2 bilhões de pessoas não dispõem de água
potável.
Hoje, 54% da água disponível anualmente
está sendo consumida, dos quais 2/3 na
agricultura. Em 2025, 70% será consumida,
apenas considerando o aumento da população.
Caso os padrões de consumo dos países
desenvolvidos forem estendidos à população
mundial, estaremos consumindo 90% da água
disponível.
www.iepa.ap.gov.br/ . Acesso 22/07/2007
Planeta água
Água que nasce na fonte serena do mundo
E que abre um profundo grotão
Água que faz inocente riacho e deságua na
corrente do ribeirão
Águas escuras dos rios que levam a fertilidade
ao sertão
Águas que banham aldeias e matam a sede
da população
Águas que caem das pedras no véu das
cascatas, ronco de trovão
E depois dormem tranqüilas no leito dos lagos,
no leito dos lagos
Água dos igarapés, onde Iara, a mãe d’água e
misteriosa canção
Água que o sol evapora, pro céu vai embora,
virar nuvem de algodão
Gotas de água da chuva, alegre arco–íris sobre
a plantação
Gotas de água da chuva, tão triste, são lágrimas
na inundação
Águas que movem moinhos são as mesmas
águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes pro fundo da terra,
pro fundo da terra
Terra, planeta água...
www.vagalume.com.br/guilherme–arantes/planeta–agua.html
(P08314SI) Esses dois textos falam da
A) água das indústrias.
B) água da população.
C) água no mundo.
D) água no banho.

4 de fev. de 2009

planos de aula

PLANO DE AULA - DATA: 02/02/2009 (SEGUNDA-FEIRA)

Falar um pouco de mim para os alunos.
Pedir para cada aluno se levantar e se apresentar para a turma dizendo seu nome, bairro onde mora, nome dos pais, ...

Convidar os alunos para um bate-papo e perguntar o que gostariam de aprender, o que esperam de você e, principalmente, peça a eles que dêem sugestões para o dia-a-dia.

Deixar claro o que espera dos alunos e quais são seus planos para o ano letivo que está começando.

Para o primeiro dia de aula:
Texto:

(Passar no quadro)
ESTE ANO SERÁ UM SUCESSO SE...Este ano será um sucesso se...houver um sorriso de otimismo,um sonho de beleza em seu coração epoesia nas pequenas coisas: na simplicidade da flor,na inocência das crianças, no silêncio interior,na amizade, no momento presente,na oportunidade de ser bom, ser amigo e compreensivo;sensível ao sofrimento alheio,grato ao passado que lhe proporcionou experiências para o futuro.Este ano será um sucesso se...você for franco sem ferir,tiver fé em si, no próximo e em Deus e,acima de tudo, expressar o que pensa do outrocom uma palavra de carinho, de apoio,de reconhecimento, de bondade e encorajamento.Este ano será um sucesso se...você souber vencer a preguiça, o orgulho,a indiferença ao sofredor, a tentação da riqueza, da intriga e da inveja,da intolerância ao ignorante, ao que tem idéias diferentes das suas,ao menos inteligente, ao egoísta, ao mesquinho.Este ano será um sucesso se...você socorrer a quem precisa, aconselhando-o,estendendo-lhe a mão, dando-lhe ajuda no momento certo,economizando bens materiais,esbanjando amor e solidariedade,entendendo a criança e o idoso,o adulto que não teve infância e aquele que não sabe amar.Este ano será um sucesso se...você der um “bom dia” de coração eenfrentar com esportividade as desventuras, semear a paz e o amor,vibrar com a felicidade alheia, com a beleza do sol acordando o dia,com a gota de orvalho na flor.Este ano será um sucesso se...você valorizar cada vitória e o mundo de oportunidadesque se abrirem diante de você e,começar cada dia com Deus!Se você for sensível a tudo isso,então este ano será um sucesso para você epara os que viverem ao seu redor!INTERPRETAÇÃOPense no texto, no ano que inicia e responda:1) O que você fará para que seu ano e o das pessoas que o rodeiam na escola, na família e amigos seja um sucesso?2) Para você, que atitudes e sentimentos podem fazer com que o ano não seja um sucesso?3) Explique a segunda estrofe do texto com suas palavrasNo texto diz que “este ano será um sucesso se você enfrentar com esportividade as desventuras...” O que será que o autor quer dizer com esta expressão?4) Procure no dicionário o significado das seguintes palavras:Intriga: •Intolerância: •Mesquinhez: •Solidariedade: •Agora, escreva frases com estas palavras.OBS.:Solicitar aos alunos que leiam o texto com a família, conversem sobre ele e elaborem duas regras para uma boa convivência durante o ano.No outro dia, retomar o texto. Cada aluno lê suas regras e, juntos elaborar as regras da turma.




Dinâmica:

Desenho livre

Atividade:

dar uma folha para cada aluno e pedir para que escrevam nesta folha, quais as expectativas para o ano letivo que se inicia; o que achou da nova professora; o que achou dos colegas; e finalmente escrever uma mensagem para a professora.
Dar ficha de auto-avaliação; (xérox)

Dar a folha dos direitos e deveres do aluno.

PLANO DE AULA - DATA: 03/02/2009 (TERÇA-FEIRA)

PROFESSORA: Alessandra Ribeiro de Paula Azevedo
5º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL
ESCOLA ESTADUAL DOM JOÃO VI
MATÉRIA
ARTES
MATEMÁTICA



CONTEÚDOS
E
OBJETIVOS

COLORIR AS CAPAS PARA ORGANIZAÇÃO DOS CADERNOS.
D16 Resolver situações-problema com números naturais, envolvendo diferentes significados da adição.
D17 Resolver situações-problema com números naturais, envolvendo diferentes significados da subtração.
D18 Resolver situações-problema com números naturais, envolvendo diferentes significados da multiplicação.
D19 Resolver situações-problema com números naturais, envolvendo diferentes significados da divisão.



ATIVIDADES
PREVISTAS


Explicação do conteúdo.
Cópia das atividades.


ESTRATÉGIA
(METODOLOGIA)


Cronometrar o tempo da atividade de acordo com as dificuldades;
Correção da atividade.



RECURSOS
MATERIAIS


material do aluno; quadro e giz;


DURAÇÃO
2 aula de 50 minutos
2 aulas de 50 minutos.
50 minutos

AVALIAÇÃO




Observação constante durante as atividades e anotar dificuldades encontradas pelos alunos.





MATEMÁTICA

1-O número 9 806 pode ser escrito da seguinte forma:

(A) nove mil e oitenta e seis
(B) nove mil oitocentos e sessenta
(C) nove mil oitocentos e seis
(D) nove mil oitenta sessenta

2- Carolina achou o mapa de um tesouro com a seguinte indicação: coloque-se de costas para a pedra grande e ande 157 passos para frente. Nesse local você encontrará uma árvore. Siga com 126 passos à direita da árvore e você encontrará um baú com o tesouro. A operação que permite calcular quantos passos Carolina deve andar para encontrar o tesouro é:


(A) 157 - 126
(B) 157 × 126
(C) 157 + 126
(D)157 ÷ 126

3- Renata recebeu uma encomenda de 250 ovos de chocolate. Já fabricou 114. Para determinar quantos ovos ela precisa fabricar para completar essa encomenda deve-se fazer a operação:

(A) 250 - 114
(B) 250 + 114
(C) 250 × 114
(D)250 ÷ 114


4- Joaquim tinha duas gatinhas, uma marrom e outra malhada e três gatinhos, um branco, um preto e o outro cor de mel. A operação que permite calcular quantos casais diferentes ele pode formar combinando cada gatinha com um dos gatinhos é:

(A) 2 + 3
(B) 2 × 3
(C) 3 – 2
(D)3 ÷ 2

5-Cláudia costura para uma loja e cortou 900 metros de fita em pedaços de 25 metros. Para determinar quantos pedaços de fita Cláudia obteve, precisamos efetuar a operação:

(A) 900 ÷ 25
(B) 900 – 25
(C) 900 + 25
(D) 900 × 25

6- Calcule o resultado de 425 + 1342.

(A) 5 592
(B) 4 592
(C) 2 767
(D) 1 767

7- Calcule o resultado de 578 – 46.

(A) 624
(B) 532
(C) 522
(D) 118

8- O resultado da divisão de 721 por 7 é:

(A) 10
(B) 13
(C) 100
(D) 103

































PLANO DE AULA - DATA: 04/02/2009 (QUARTA-FEIRA)

PROFESSORA: Alessandra Ribeiro de Paula Azevedo
5º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL
ESCOLA ESTADUAL DOM JOÃO VI
MATÉRIA
PORTUGUÊS
MATEMÁTICA
EDUCAÇÃO FÍSICA


CONTEÚDOS
E
OBJETIVOS

II – IMPLICAÇÕES DO SUPORTE, DO GÊNERO E/OU DO ENUNCIADOR NA COMPREENSÃO DO TEXTO
D7 Identificar a função de textos de diferentes gêneros.
D8 Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e não-verbal.
D3 Inferir informações implícitas em um texto.
D5 Inferir o sentido de palavra ou expressão.

D16 Resolver situações-problema com números naturais, envolvendo diferentes significados da adição.
D17 Resolver situações-problema com números naturais, envolvendo diferentes significados da subtração.
D29 Ler e interpretar informações e dados apresentados em tabelas.
D30 Ler e interpretar informações e dados apresentados em gráficos de coluna.




ATIVIDADES
PREVISTAS

Leitura do texto.
Cópia
Explicação do conteúdo.
Cópia das atividades.


ESTRATÉGIA
(METODOLOGIA)

Aula expositiva e dialogada;
Leitura individual;
Correção da atividade.

Aula expositiva e dialogada.
Leitura das atividades e explicação.
Correção da atividade.



RECURSOS
MATERIAIS

material do aluno; quadro e giz;
material do aluno; quadro e giz;


DURAÇÃO
2 aula de 50 minutos
2 aulas de 50 minutos.
50 minutos

AVALIAÇÃO

Observação constante durante as atividades e anotar dificuldades encontradas pelos alunos.


Observação constante durante as atividades e anotar dificuldades encontradas pelos alunos.





Matemática



Português
O PASTOR E O LOBO

Um pastor costumava levar seu rebanho para bem longe da aldeia. Fazia então uma brincadeira de mau gosto:
– Socorro! Socorro! – gritava. Os lobos estão atacando os meus
carneiros!
As pessoas largavam o que estavam fazendo e corriam para ajudá-lo.
O pastor torcia-se de rir, pois não havia lobo algum.
Um dia apareceram lobos de verdade. Enquanto eles devastavam o rebanho, o pastor, horrorizado, gritava:
– Socorro! Socorro! Corram, senão vão chegar tarde!
As pessoas pouco se incomodaram. Pensavam que o gozador estava
fazendo mais uma das suas.
E assim, ele perdeu todos os seus carneiros.
Triste, disse ele com seus botões:
– Os mentirosos só ganham uma coisa: não serem acreditados nem
quando dizem a verdade.
(GÄRTNER, Hans; ZWERGER, Lisbeth (Comp.). 12 fábulas de Esopo. Tradução Fernanda
Lopes de Almeida. 7. ed. Rio de Janeiro: Ed. Ática, 2003.)
01. Em “Enquanto eles devastavam o rebanho...”, o termo sublinhado refere-se a:
(A) lobos.
(B) carneiros.
(C) mentirosos.
(D) vizinhos.
02. Em “... o gozador estava fazendo mais uma das suas.”, a expressão destacada significa no texto:
(A) realizar o trabalho do dia-a-dia.
(B) levar o rebanho para longe da aldeia.
(C) atacar todos os carneiros do rebanho.
(D) fazer brincadeira de mau gosto.
03. Pelo final da história, você pode entender que o pastor aprendeu que
(A) "A mentira tem pernas curtas."
(B) "Quem tudo quer tudo perde."
(C) "A ovelha má põe o rebanho a perder."
(D) "Quem desdenha quer comprar."
04. O pastor dessa história é
(A) mentiroso e gozador.
(B) medroso e preguiçoso.
(C) solidário e brincalhão.
(D) alegre e respeitoso.
05. Os vizinhos não confiavam mais no pastor, porque ele
(A) resolvia sozinho os seus problemas.
(B) gritava por qualquer coisa.
(C) fingia que os lobos o atacavam.
(D) tinha muito medo dos lobos.
06. No trecho “– Socorro! Socorro! gritava. Os lobos estão atacando os meus
carneiros!”, o travessão indica o início da
(A) queixa do mentiroso.
(B) fala das pessoas.
(C) reclamação da vizinhança.
(D) gritaria do pastor.



PLANO DE AULA - DATA: 05/02/2009 (QUINTA-FEIRA)

PROFESSORA: Alessandra Ribeiro de Paula Azevedo
5º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL
ESCOLA ESTADUAL DOM JOÃO VI
MATÉRIA
PORTUGUÊS
MATEMÁTICA



CONTEÚDOS
E
OBJETIVOS

I – PROCEDIMENTOS DE LEITURA
D0 Compreender frases ou partes que compõem um texto.
D1 Identificar o tema ou o sentido global de um texto.
D2 Localizar informações explícitas em um texto.
D3 Inferir informações implícitas em um texto.
D5 Inferir o sentido de palavra ou expressão.
D10 Distinguir um fato da opinião relativa a esse fato.


D13 Reconhecer e utilizar características do sistema de numeração decimal, tais como agrupamento e trocas na base 10 e princípio do valor posicional.
D14 Reconhecer a escrita, por extenso, dos numerais.



ATIVIDADES
PREVISTAS


Leitura e interpretação.
Resolução de problemas.
Operações.



ESTRATÉGIA
(METODOLOGIA)

Aula expositiva e dialogada.
Leitura individual
Cópia.
Aula expositiva e dialogada.
Leitura individual
Cópia.


RECURSOS
MATERIAIS

Material do aluno;
Quadro e giz.



Material do aluno;
Quadro e giz;


DURAÇÃO
1 aula de 50 minutos
2 aulas de 50 minutos.
50 minutos

AVALIAÇÃO

Observação durante a execução da atividade e verificação das dificuldades.
Observação constante no decorrer das atividades, avaliando as dificuldades encontradas pelos alunos.


Português
O LEÃO E O RATINHO
Ao sair do buraco viu-se um ratinho entre as patas do leão. Estacou, de pelos em pé, paralisado pelo terror. O leão, porém, não lhe fez mal nenhum. - Segue em paz, ratinho: não tenhas medo de teu rei. Dias depois o leão caiu numa rede. Urrou desesperadamente, debateu-se, mas quanto mais se agitava mais preso no laço ficava. Atraído pelos urros, apareceu o ratinho. - Amor com amor se paga - disse ele lá consigo e pôs-se a roer as cordas. Num instante conseguiu romper uma das malhas. E como a rede era das tais que rompida a primeira malha as outras se afrouxam, pôde o leão deslindar-se e fugir. Mais vale paciência pequenina do que arrancos de leão. (LOBATO, Monteiro. Obra infantil completa. Volume "Fábulas". São Paulo: Brasiliense)
AtividadeQuestões sobre o texto: 1. Quem é o autor deste texto e qual o nome do livro em que foi publicado? Resposta: Monteiro Lobato . "Obra infantil completa", volume "Fábulas". Habilidade de leitura avaliada: o aluno identifica informação no texto.
2. Por que o ratinho ficou paralisado pelo terror? Resposta: Porque o leão é um bicho enorme e assustador para um pequeno rato. Habilidade de leitura avaliada: o aluno faz inferências, isto é, identifica uma informação implícita no texto.
3. O que aconteceu ao leão, dias depois de ele ter encontrado o ratinho? Resposta: Caiu na rede Habilidade de leitura avaliada: o aluno localiza informação no texto.
4. Por que o ratinho resolveu ajudar o leão? Resposta: Para recompensar o leão por não ter devorado o ratinho em outra ocasião. No texto há "o amor com amor se paga" que poderia ser, inclusive, a moral desta fábula, mas Lobato preferiu outra. Habilidade de leitura avaliada: o aluno faz inferência.
5. Quem são as personagens do texto? Resposta: São o leão e o ratinho. Habilidade de leitura avaliada: identificar as personagens como um dos elementos caracterizadores da narrativa ficcional/fábula.
6. Quem conta a história? O ratinho? O leão? Outro? Resposta: nem um nem outro, mas um narrador que não participa da história. Habilidade de leitura avaliada: distinguir narrador de personagem, percebendo o foco narrativo (1ª ou 3ª pessoa)
7. Toda fábula possui uma moral da história. Qual é a moral deste texto lido? Resposta: Os alunos podem transcrever a moral do texto ("Mais vale paciência pequenina do que arrancos de leão."). Discuta com os alunos que se eles fizerem essa escolha, é preciso usar aspas para marcar que o texto não é deles, mas do Lobato. Aqui temos um exemplo de que os conhecimentos lingüísticos manifestam-se nas atividades de leitura e de produção de textos . Os alunos podem ainda fazer uma paráfrase, ou seja, usar suas próprias palavras para retomar a moral, como: a paciência dos pequenos vale mais que a força dos fortes (ou algo semelhante). Habilidade de leitura avaliada: localizar a moral como um dos elementos caracterizadores do gênero textual fábula.
8. O texto pode ser dividido em três partes. Localize-as. 1ª parte: o primeiro encontro do ratinho e do leão. Parágrafos_______ 2ª parte: o leão preso. Parágrafos______ 3ª parte: o segundo encontro. Parágrafos _______ (Respostas: Parágrafos 1 e 2; parágrafo 3 e parágrafos 4 e 5) Habilidade de leitura avaliada: perceber o enredo como uma das características do texto narrativo ficcional.
9. Você conhece todas as palavras do texto? Isto impediu você de entendê-lo? Resposta: Pessoal Habilidade de leitura avaliada: inferir o sentido de uma palavra ou expressão a partir do contexto imediato
9. Qual é a pontuação usada quando as personagens falam? Resposta: o travessão Habilidade de leitura avaliada: compreender o uso da pontuação na construção de um texto
10. Substitua a palavra grifada na frase a seguir pelo nome do animal correspondente no texto: Ele ficou paralisado pelo terror.Resposta: O ratinho (ficou paralisado pelo terror) Habilidade de leitura avaliada: identificar o pronome como recurso coesivo
11. Dê outro título ao texto. Resposta: Pessoal Habilidade de produção avaliada: produzir texto, levando em conta o tema
12. Contar alguma fábula que conheça para os colegas. Resposta: Pessoal Habilidade de produção avaliada: produzir texto (oral ou escrito), a partir de outro
Matemática















PLANO DE AULA - DATA: 06/02/2009 (SEXTA-FEIRA)

PROFESSORA: Alessandra Ribeiro de Paula Azevedo
5º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL
ESCOLA ESTADUAL DOM JOÃO VI
MATÉRIA
PORTUGUÊS
MATEMÁTICA



CONTEÚDOS
E
OBJETIVOS

I – PROCEDIMENTOS DE LEITURA
D0 Compreender frases ou partes que compõem um texto.
D1 Identificar o tema ou o sentido global de um texto.
D2 Localizar informações explícitas em um texto.
D3 Inferir informações implícitas em um texto.
D5 Inferir o sentido de palavra ou expressão.
D10 Distinguir um fato da opinião relativa a esse fato.


D13 Reconhecer e utilizar características do sistema de numeração decimal, tais como agrupamento e trocas na base 10 e princípio do valor posicional.
D14 Reconhecer a escrita, por extenso, dos numerais.



ATIVIDADES
PREVISTAS


Leitura e interpretação.
Resolução de problemas.
Operações.



ESTRATÉGIA
(METODOLOGIA)

Aula expositiva e dialogada.
Leitura individual
Cópia.
Aula expositiva e dialogada.
Leitura individual
Cópia.


RECURSOS
MATERIAIS

Material do aluno;
Quadro e giz.



Material do aluno;
Quadro e giz;


DURAÇÃO
1 aula de 50 minutos
2 aulas de 50 minutos.
50 minutos

AVALIAÇÃO

Observação durante a execução da atividade e verificação das dificuldades.
Observação constante no decorrer das atividades, avaliando as dificuldades encontradas pelos alunos.


Português




Matemática

26 de ago. de 2008


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projeto folclore

ELABORADO PELOS ALUNOS E PROFESSORA
ALESSANDRA RIBEIRO DE PAULA AZEVEDO
DO 5º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL





AGOSTO DE 2008
PROJETO DIDÁTICO TEMA: O FolcloreTurma: 1º AO 5º ANO DO ENSINO FUNDAMENTALMês: Agosto.

Apresentação.
Este projeto consiste na confecção de um livro contendo algumas histórias do folclore brasileiro para presentear os alunos e seus familiares.
1. JustificativaFolclore é a maneira de agir, pensar e sentir de um povo ou grupo com as qualidades ou atributos que lhe são inerentes, seja qual for o lugar onde se situa, o tempo e a cultura. Não é apenas o passado, a tradição; ele é vivo e está ligado à nossa vida de um jeito muito forte. Por isso, é tão importante conhecê-lo.O saber folclórico é o que aprendemos informalmente no mundo, por meio do convívio social - por via oral ou por imitação. Ele é universal, embora aconteçam adaptações locais ou regionais, como conseqüências dos acréscimos da coletividade."Folclore é o conjunto de coisas que o povo sabe, sem saber quem ensinou". ( Xavier)O professor deve saber aproveitar o atraente, rico e variado mundo do folclore, como fonte inesgotável de motivação didática e de elevada importância pedagógica.Este trabalho será desenvolvido através de fundamentação teórica por parte do professor e dos próprios alunos e realizado em sala de aula, a partir do lar, da família, estendendo-se à vizinhança e a comunidade. Desta maneira, o trabalho pode ser regionalizado, enfatizando-se as manifestações ligadas às atividades locais. Outra experiência folclórica, a culinária resulta do encontro de diferentes culturas, diversidade do clima e abundância de recursos naturais. por meio dela o professor pode trabalhar os sentidos, a matemática, a estética e a saúde alimentar dentre uma infinidade de outros aspectos.2. Objetivos:Levar os alunos à:- Resgatar, vivenciar e valorizar as manifestações da cultura popular brasileira;- Conhecer a importância do folclore para a comunidade.- Propiciar o contato com este gênero de texto.- Promover a ampliação do repertório de lendas.- Sensibilizar as crianças para a preservação de lendas da cultura popular.- Criar situações contextualizadas de escuta, escrita e reconto de lendas.
- Escutar atentamente as histórias.- Gostar de ouvi-las.- Conhecer algumas lendas e personagens do folclore.- Escrita de leitura da lista de personagens.- Aprender a escrever e revisar textos.
3. Metodologia:As atividades serão desenvolvidas de forma individual e coletiva com a interação professor e aluno em sala de aula. Os alunos pesquisarão manifestações da cultura popular brasileira analisando cada uma delas. Os mesmos ainda criarão desenhos que possam ilustrar os textos ( parlendas, trava-línguas, contos) trabalhados em sala referentes ao tema.4. Conteúdos trabalhados nas Disciplinas:Língua Portuguesa: ortografia, escrita e leitura.Artes: criatividade, expressão gráfica.historia e geografia: as regiões, os costumes, a maneira de expressar-se.5. Atividades:- pesquisar sobre o folclore- discutir com o grupo a cultura popular brasileira.- construir um texto próprio sobre o folclore.6. Produção Final:Confecção de um livro de folclore a partir dos próprios trabalhos e campeonato de adivinhas.7. Avaliação:A avaliação será através de registro por parte do professor em sala de aula frente a participação de cada aluno de forma individual e coletiva e do desenvolvimento da aprendizagem durante as atividades propostas.Avaliar a participação do grupo, durante a confecção do livro e durante o campeonato de adivinhas.






















Trava Línguas
Saiba o que são e conheça os mais populares trava línguas do folclore brasileiro O que são?Podemos definir os trava línguas como frases folclóricas criadas pelo povo com objetivo lúdico (brincadeira). Apresentam-se como um desafio de pronúncia, ou seja, uma pessoa passa uma frase díficil para um outro indíviduo falar. Estas frases tornam-se difíceis, pois possuem muitas sílabas parecidas (exigem movimentos repetidos da língua) e devem ser faladas rapidamente. Estes trava línguas já fazem parte do folclore brasileiro, porém estão presentes mais nas regiões do interior brasileiro.
Exemplos de Trava Línguas (devem ser falados rapidamente sem pausas)
· Pedro tem o peito preto, O peito de Pedro é preto; Quem disser que o peito de Pedro é preto, Tem o peito mais preto que o peito de Pedro.
· A vaca malhada foi molhada por outra vaca molhada e malhada.
· Um ninho de mafagafos, com cinco mafagafinhos, quem desmafagafizar os mafagafos, bom desmafagafizador será.
· Há quatro quadros três e três quadros quatro. Sendo que quatro destes quadros são quadrados, um dos quadros quatro e três dos quadros três. Os três quadros que não são quadrados, são dois dos quadros quatro e um dos quadros três.
· Chupa cana chupador de cana na cama chupa cana chuta cama cai no chão.
· Pinga a pipa Dentro do prato Pia o pinto e mia o gato.
· O rato roeu a roupa do rei de Roma.
· Pinga a pia apara o prato, pia o pinto e mia o gato.
· O princípio principal do príncipe principiava principalmente no princípio principesco da princesa.
· Quico quer quaqui. Que quaqui que o Quico quer? O Quico quer qualquer quaqui.
· Três pratos de trigo para três tigres tristes.
· Atrás da pia tem um prato, um pinto e um gato. Pinga a pia, para o prato, pia o pinto e mia o gato.
· O Tempo perguntou pro tempo quanto tempo o tempo tem, o Tempo respondeu pro tempo que o tempo tem o tempo que o tempo tem.
Aluno: Guilherme
DANÇAS FOLCLÓRICAS BRASILEIRAS
Entende-se por Danças Folclóricas as expressões populares desenvolvidas em conjunto ou individualmente, frequentemente sem sazonalidade obrigatória. Tudo indica que é na coreografia que reside seu elemento definidor. Existe grande número delas no Brasil. Para a organização do inventário que se segue, foi necessária uma seleção, aqui definida pelos critérios de abrangência nacional e por algumas particularidades, regionais e/ou locais.

Região Sudeste
·Cavalhada - (MG, RS, SP). No Rio de Janeiro é encontrada em forma de torneio, com os cavaleiros organizados nas cores azul e vermelho. Os cavalos são enfeitados nas cores de seus cavaleiros. Há várias partes, denominadas manobras; chegada, visita à igreja, forca, argolinhas, pão, baião, buquê de flores, encontroada, despedida. Apresenta-se em festas de orago. Em MG e SP dramatizam a luta entre mouros e cristãos, com queima do castelo, roubo de princesa, submissão e batismo dos mouros, terminando com o torneio das argolinhas e das cabeças. Apresentam-se nas festas do Espírito Santo.
·Congada - (MG, SP). A semelhança dos Congos nordestinos, liga-se à coroação do rei congo e à rememoração de lutas políticas angolanas. Organizaram-se a partir das irmandades do Rosário, criadas e mantidas pelos negros à época da escravidão. São grupos votivos, associados às festas de Nossa Senhora do Rosário e S. Benedito. Parte central do auto é a Embaixada, duelo verbal de clamado. Anuncia-se com um bailado, segue-se o recado do Embaixador, dança e cena de luta do enviado com os guerreiros do monarca visitado. Essas embaixadas seriam procedentes da diplomacia africana, segundo Câmara Cascudo.
·Folia-de-reis - (toda a região). Organizados em pagamento de promessa, esses grupos, do ciclo natalino, visitam casas de devotos onde cantam passagens bíblicas. Os personagens são Mestre, Contramestre, Bandeireiro, Músicos e Cantores. Compondo o grupo aparecem os Palhaços, que não cantam, mas declamam versos jocosos, memorizados e/ou improvisados. No Rio de Janeiro os Palhaços costumam recitar poemas de folhetos de cordel, de autoria própria ou não.
·Moçambique - (SP, MG). Grupo votivo em homenagem a S. Benedito e Nossa Senhora do Rosário. Os personagens representam Reis, Capitão, General, Meirinho, Dançadores. Percutem Guizos ("paias"), presos nos tornozelos, nos momentos da dança. Os demais instrumentos musicais são todos de percussão. Em São Paulo, os dançadores trazem bastões e com eles desenvolvem ricas figurações coreográficas.
·Pastorinhas - (MH, RJ). Apresentando-se no ciclo natalino, esse auto é constituído por jovens e crianças do sexo feminino que cantam e dançam diante do presépio armado em casa de devotos. Há variados personagens: Mestre, Contramestre, Anjo, Estrela, Borboleta, Malmequer, Cigana, Padeiro, Peixeiro, Baiana, Pastoras. Os papéis de Pastores e Velho são reservados aos meninos.


Alunos: Rafael, Fabiano e Felipe.
PARLENDASO que são?
As parlendas são versinhos com temática infantil que são recitados em brincadeiras de crianças. Possuem uma rima fácil e, por isso, são populares entre as crianças. Muitas parlendas são usadas em jogos para melhorar o relacionamento entre os participantes ou apenas por diversão. Muitas parlendas são antigas e, algumas delas, foram criadas, há décadas. Elas fazem parte do folclore brasileiro, pois representam uma importante tradição cultural do nosso povo.
Alguns exemplos de parlendas:
Um, dois, feijão com arroz.Três, quatro, feijão no prato.Cinco, seis, chegou minha vezSete, oito, comer biscoitoNove, dez, comer pastéis.
Serra, serra, serrador! Serra o papo do vovô! Quantas tábuas já serrou?Uma delas diz um número e as duas, sem soltarem as mãos, dão um giro completo com os braços, num movimento gracioso.Repetem os giros até completar o número dito por uma das crianças.
Um elefante amola muita gente...Dois elefantes... amola, amola muita gente...Três elefantes... amola, amola, amola muita gente...Quatro elefantes amola, amola, amola, amola muito mais...(continua...)
– Cala a boca!– Cala a boca já morreuQuem manda em você sou eu!
- Enganei um bobo...Na casca do ovo!
Dedo MindinhoSeu vizinho,Maior de todosFura-bolosCata-piolhos.
Alunas: Letícia, Cibele e Yasmim.
FRASE DE PARA-CHOQUE DE CAMINHÃO As frases escritas em pára-choques de caminhões transmitem aos que as lêem uma mensagem de humor, filosófica, amorosa e até patriótica. Ø Viajo só porque quero. Ø Do destino ninguém foge. Ø Não há vitória sem luta. Ø Do mundo nada se leva. Ø Não tenha inveja, trabalhe. Ø Marido de mulher feia detesta feriado. Ø Deus é a luz do meu caminho Ø Com Deus eu vou e com Deus voltarei. Ø Os brutos também amam. Ø Amar foi minha ruína Ø Chegou o bonitão. Ø Turista forçado. Ø Não sou detetive mas ando na pista. Ø O que eu quero é movimento. Ø Carona? Homem não! Mulher de montão ! Ø Este o vento não leva. Ø Bata antes de entrar. Ø Carga pesada, força na estrada. Ø Estamos no mundo a passeio. Ø Montado na morte à procura da sorte. Ø Sortudo foi Adão que nunca teve sogra. Ø Não tenho tudo que amo, mas amo tudo que tenho.




Alunos: Túlio e Hudson












Algumas lendas, mitos e contos folclóricos do Brasil:
Boitatá Representada por uma cobra de fogo que protege as matas e os animais e tem a capacidade de perseguir e matar aqueles que desrespeitam a natureza. Acredita-se que este mito é de origem indígena e que seja um dos primeiros do folclore brasileiro. Foram encontrados relatos do boitatá em cartas do padre jesuíta José de Anchieta, em 1560. Na região nordeste, o boitatá é conhecido como "fogo que corre".
BotoAcredita-se que a lenda do boto tenha surgido na região amazônica. Ele é representado por um homem jovem, bonito e charmoso que encanta mulheres em bailes e festas. Após a conquista, leva as jovens para a beira de um rio e as engravida. Antes de a madrugada chegar, ele mergulha nas águas do rio para transformar-se em um boto.
CurupiraAssim como o boitatá, o curupira também é um protetor das matas e dos animais silvestres. Representado por um anão de cabelos compridos e com os pés virados para trás. Persegue e mata todos que desrespeitam a natureza. Quando alguém desaparece nas matas, muitos habitantes do interior acreditam que é obra do curupira.
LobisomemEste mito aparece em várias regiões do mundo. Diz o mito que um homem foi atacado por um lobo numa noite de lua cheia e não morreu, porém desenvolveu a capacidade de transforma-se em lobo nas noites de lua cheia. Nestas noites, o lobisomem ataca todos aqueles que encontra pela frente. Somente um tiro de bala de prata em seu coração seria capaz de matá-lo.
Mãe-D'águaEncontramos na mitologia universal um personagem muito parecido com a mãe-d'água : a sereia. Este personagem tem o corpo metade de mulher e metade de peixe. Com seu canto atraente, consegue encantar os homens e levá-los para o fundo das águas.

Alunos: Lucas, Vinícius e Gustavo


ADIVINHAS As adivinhas tinham papel de grande importância na antiguidade. Era uma espécie de desafio ao homem para que mostrasse a sua sabedoria. É uma das formas mais curiosas e ingênuas de literatura oral. 1. O que é que Deus nunca viu, o rei viu uma vez ou outra e o homem vê todos os dias? 2. O que é o que é? São sete irmãos, cinco tem sobrenome e dois não? 3. O que é que quanto mais cresce, mais baixo fica? 4. O que é que cai em pé e corre deitado? 5. O que é negra, preta de formosura, barriga cheia de gostosura? 6. Qual é o céu que não tem estrelas? 7. Qual é a diferença da tartaruga com o navio? 8. Em que mês a mulher fala menos? 9. O que é que está na ponta do fim, no começo do meio e no meio do começo? 10. O que é que passa pela água e não se molha, anda pelo sol e não se queima? Respostas: 1.o semelhante, 2. os dias da semana, 3.o rabo do cavalo, 4. a chuva, 5. a jabuticaba, 6. o céu da boca, 7. o navio tem o casco em baixa e a tartaruga tem o casco em cima, 8. em fevereiro, 9. a letra m, 10. a sombra. Religiosidades


Júlia, Genaina e Sara.












Superstições e Simpatias São as crendices populares que muitas pessoas seguem religiosamente para que algo de bom aconteça ou para evitar coisas desagradáveis. Colocar a vassoura atrás da porta para que uma visita indesejável vá embora. Não presta varrer a casa depois que o sol se esconde. Devemos varrer a casa assim que sair um enterro. É bom colocar sal no fogo para espantar os maus espíritos. Quando cai uma colher é sinal que vai chegar uma mulher para almoçar e se cair um garfo é um homem que chegará. Quando cai uma faca é sinal de briga.Para isso não acontecer deve-se riscar o chão em cruz três vezes no mesmo lugar. Beber três golinhos de água faz passar o soluço. Pio de coruja é mau agouro. Sonhar com dente é sinal de morte. O numero 13 dá azar e o 7 dá sorte. Trevo de quatro folhas dá sorte para quem o colhe. Sapo morto com a barriga para cima é sinal de chuva. Ao encontrar uma amiga devemos dar três beijinhos para casar. Passar grilo na verruga faz ela desaparecer. Passar três grãos de feijão na verruga faz com que ela desapareça. Passar em baixo de escada dá azar. Colocar um ramo de arruda atrás da orelha evita olho gordo. Entrar com o pé direito na sala de aula em dia de prova faz tirar boa nota. Para a criança começar a falar logo dar a ela água na colher de pau.



Alunos: Alexandre, André e Davi.












Artesanato Considera-se artesanato o fato folclórico feito por uma pessoa ou por um pequeno grupo sempre com características domesticas feitas a mão ou com auxilio de instrumentos simples. Alguns exemplos de artesanato: Ø Com lata ou folha de flandres canecas baldes bacias Ø Com argila Potes Panelas moringas santos Ø Com madeira Pilão Gamelas Baús Totens indígenas Ø Com fibra vegetal Cestas Peneiras Balaios Ø com tecidos colchas de retalhos tapetes de retalhos ou tiras vestimentas típicas

Alunas: Mariana Passos, Sara e Ana Luiza.






Medicina Popular A Medicina Popular no Brasil é uma prática muito antiga, bem antes dos primeiros Portugueses aqui chegarem ,ela já era praticada e muito bem conhecida pelo Índios que habitavam o Brasil já a muito tempo,dai o conhecimento e a prática ser tão bem apurada por eles. Na Medicina Popular, diferente da Medicina Cientifica, o individuo que vai ser tratado é analisado sob dois aspectos básicos a saúde de seu corpo e a saúde de seu espírito, pois muitas vezes a pessoa não está com uma doença do corpo e sim uma doença espiritual, como o" mal olhado" (doença onde a pessoa fica abatida,sem ânimo,provocada pela inveja de outra pessoa). Na prática a Medicina Popular utiliza três formas de tratar a pessoa que esta doente,são as Plantas Medicinais,as Rezas e Simpatias.Em alguns casos estas três formas podem ser empregadas juntas,como é o caso das rezadeiras que utilizam plantas medicinais para realizar as orações nas pessoas Quando os Portugueses chegaram no Brasil já utilizavam-se do uso das Plantas Medicinais .O conhecimento indígena também muito apurado contribuiu com a grande maioria de Plantas para serem utilizadas como medicamento.São varias as maneiras de utilizá-las, em chás, garrafadas, xaropes, cheiros e defumadores, em banhos e em banhas. A grande maioria das pessoas de uma comunidade conhecem e usam as plantas medicinais,são conhecimentos sempre transmitidos dentro de uma família,especialmente entre as mulheres . Ø CHÁ MEDICINAL: É uma das maneiras mais utilizadas das Plantas Medicinais.O Chá consiste na infusão em água quente da folha, fruto ,casca,raiz flor , graveto ou qualquer outra parte da planta com o intuito de retirar seu extrato com o qual se mistura a água resultando no chá. Abaixo alguns chás muito utilizados na farmacopeia popular. Remédios Populares: Existem outros produtos que não são plantas ou que se misturam a elas para formar alguns Remédios Populares. Estes remédios podem ser associações de ervas a material animal ou apenas o material de origem animal ou ainda remédios que não têm origem nem animal nem vegetal e é muito difundido nos meios rurais. Veja alguns: Banhas: São um tipo de Pomada da medicina popular é a gordura de alguns bichos, como por exemplo: Ø Banha de jibóia : muito utilizada para combater o reumatismo. Ø Banha de capivara: para coceira nos peitos. Ø Banha de canela de Ema para surdez. Ø Banha de galinha : para cicatrizar pequenas feridas e tumores. Ø Banha de jacu (espécie de ave): tratamento da asma. Ø Banha de porco: para desinflamar o nariz e, derretida na pinga, cura embriaguez. Ø Banha de traíra (espécie de peixe ) cura dor de ouvido. Existem ainda outros tipos de remédios que não são oriundos de animais: Cordão Umbilical : em alguns locais ele é guardado e usado para remédio, como chá é usado contra epilepsia. Cinza de lenha (do fogão): Também bastante utilizado diluído na água para dor de barriga oriunda de gazes. Beber a água e passar a borra em cruz no umbigo. Na maioria dos locais o remédio sempre acompanha a reza. Leite Materno: Usado como colírio. Pedra do Bucho (formada no estômago dos ruminantes): É usada, entre outros, contra a lepra (no Vale do Jequitinhonha.MG).

Alunas: Milena, Mariana de Jesus e Paulla.
LENDAS
A Bruxa A Bruxa dos medos infantis só aparece nas ameaças noturnas quando a criança teima em não dormir. É um mito comum em todo Brasil, e ora se confunde com a Cuca, ou outras figuras da noite, usadas desde os tempos antigos para controlar crianças inquietas.
O Zumbi Interessante mito do nosso Folclore, que algumas vezes se confunde com o Saci, ou mesmo com o Heroi que liderou a rebelião dos Palmares Alagoanos. É um mito que explica inclusive de onde surgiu algumas expressões importantes do nosso vocabulário.
A Cuca Embora a maioria a identifique como uma velha enrugada, de cabelos brancos e assanhados, muito magra, sempre ávida por crianças que não querem dormir cedo e fazem barulho, há muito mais por trás desse curioso mito de nossa cadeia folclórica.
A Lenda do Curupira ou CaiporaPersonagem protetor das florestas e dos animais e tem os pés ao contrário. Dizem ser originária do Sudeste, mas, na verdade por ser um mito comum em todo o mundo, é comum também em todo Brasil, com pequenas variações entre regiões.
O Boi-TatáAnimal extraordinário que vive nos rios e tem os olhos de fogo. Este mito, apesar de muito comum entre os índios, ocorre em todo país e na América do Sul e Central.
O Lobisomem Criatura, metade homem e metade lobo. De acordo com a lenda se alimentava de crianças. Lenda Européia, mas hoje comum em todo mundo.
A Mula-sem-Cabeça Uma estranha aparição que corre pelas ruas dos pequenos povoados assustando todo mundo. Dependendo da região, ela pode ou não ter cabeça.
A Mulher da Meia Noite Aparição na forma de uma mulher jovem e bonita, que encanta a todos e desaparece na porta dos cemitérios. Eis um mito que ocorre nas américas e na Europa, com relatos desde a Idade Média. O personagem, pode variar de um País para outro.
Alunas: Lívia, Laís e Ana Cláudia.


PROVÉRBIOS
Provérbio ou Ditado popular - É uma sentença de caráter prático e popular, que expressa em forma sucinta, e não raramente figurativa, uma idéia ou pensamento.
"É inútil preocupar-se com os cabelos, quando se estás prestes a perder a cabeça" Provérbio russo
"Só percebemos o valor da água depois que a fonte seca" Provérbio popular
"Nunca se esquecem as lições aprendidas na dor" Provérbio africano
"Não aponte as faltas alheias nem mesmo com o dedo limpo" Adágio popular
"Não é mérito o fato de não termos caído, e, sim, o de termos levantado todas as vezes que caímos" Provérbio árabe"Uma das causas do fracasso na vida é deixar para amanhã o que se pode fazer hoje, e depois, fazer tudo apressadamente" Sabedoria popular
"Um punhado de paciência vale mais do que um barril de talento" Provérbio holandês"Cura-se a ferida que uma espada faz; é incurável a que faz uma língua" Provérbio árabe"Se Deus não perdoasse, o paraíso ficaria vazio" Provérbio berbere
"Realiza mesmo chorando aquilo que prometeste sorrindo" Adágio popular
"Deus mora onde o deixam entrar" Sabedoria oriental
"Faça trabalhar a cabeça e dê férias à língua" Adágio popular
"Amigo mesmo é aquele que sabe o pior a teu respeito e assim mesmo continua a gostar de ti" Ditado americano
"Se alguém vive na riqueza sem nada fazer de belo ou de generoso não lhe chamem de rico, mas simplesmente um policial que guarda riqueza" Provérbio oriental

Alunas: Louise, Kariny e Luiza.

Comidas Típicas Folclórica
O TEMPERO DO SULQuem não aprecia um belo churrasco? Pois essa tradição culinária acompanha muitas vezes pelo arroz de carreteiro, veio dos pampas gaúchos de terras ricas em gado.No Paraná o prato típico é barreado uma mistura de carnes preparado em panelas de barro mandioca e banana.OS QUITUTES DO SERTÃOO Sertão Nordestino é famoso por seus quitutes entre eles, pratos a brasa de carne de sol e charque e iguarias preparadas com macaxeira e batata-doce, a buchada de bode ser feito em outras regiões do Brasil. No Rio Grande do Norte a sopa de girimum com leite é chamada de alambriga é uma das receitas mais tradicionais.Buchada de bode é um dos pratos típicos do nordeste.NOMES CURIOSOSAlguns pratos têm nomes bem curiosos baião de duas comidas típicas Cearense nada mais e do que arroz cozido com feijão e toicinho o prato noTípico da região norte e um doce tipicamente brasileiro feito com leite de coco ovos e açúcar mata-fome apreciado em Pernambuco, e um pequeno bolo em forma de coco.SABOR APIMENTADOA Culinária Baiana é uma das mais saborosas e apreciadas do BrasilNão há quem visite a Bahia e deixe de provar o acarajé um bolinho preparado com feijão fradinho é servido com vatapá um creme temperado feito a brasa de peixe e crustáceos faz tanto sucesso que invade outras regiões do pais embora o baianos dizem que não existe acarajé como o da Bahia se você que pedir quente virá bastante apimentado se você não gosta de apimentado é melhor pedi-lo frio Xinxim de galinha, a moqueca de peixe, as cocadas são outras especialidades baianas.TRADIÇÕES VIVASNos estados que formam as regiões sul e sudeste apesar de crescente industrializações alguns dos antigos costumes se mantém vivos principalmente nossos municípios do interior a influencia dos imigrantes facilmente percebida.
Alunas: Lara, Karina e Geovana.



MÚSICAS DO FOLCLORE BRASILEIRO

MÚSICAS DO FOLCLORE BRASILEIRO
Marcha Soldado
Marcha Soldado
Cabeça de Papel
Se não marchar direito
Vai preso pro quartel

O quartel pegou fogo
A polícia deu sinal
Acorda acorda acorda
A bandeira nacional



Pirulito Que Bate Bate
Pirulito que bate bate
Pirulito que já bateu
Quem gosta de mim é ela
Quem gosta dela sou eu

Pirulito que bate bate
Pirulito que já bateu
A menina que eu gostava
Não gostava como eu



O Cravo e a Rosa
O Cravo brigou com a rosa
Debaixo de uma sacada
O Cravo ficou ferido
E a Rosa despedaçada

O Cravo ficou doente
A Rosa foi visitar
O Cravo teve um desmaio
A Rosa pos-se a chorar









Ciranda Cirandinha
Ciranda Cirandinha
Vamos todos cirandar
Vamos dar a meia volta
Volta e meia vamos dar

O Anel que tu me destes
Era vidro e se quebrou
O amor que tu me tinhas
Era pouco e se acabou

Por isso dona Rosa
Entre dentro desta roda
Diga um verso bem bonito
Diga adeus e vá se embora






Nesta Rua
Nesta rua, nesta rua, tem um bosque
Que se chama, que se chama, Solidão
Dentro dele, dentro dele mora um anjo
Que roubou, que roubou meu coração

Se eu roubei, se eu roubei seu coração
É porque tu roubastes o meu também
Se eu roubei, se eu roubei teu coração
É porque eu te quero tanto bem

Se esta rua se esta rua fosse minha
Eu mandava, eu mandava ladrilhar
Com pedrinhas, com pedrinhas de brilhante
Para o meu, para o meu amor passar


Alunos: Matheus e Paulo Felipe
BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS
O brinquedo é também o objeto com o qual a criança brinca. O brinquedo às vezes é solitário, enquanto que a brincadeira requer no mínimo duas ou três crianças. A brincadeira provoca a socialização, realiza contatos humanos, é muito importante no desenvolvimento das crianças. Apresentamos, agora, três brincadeiras muito populares, do tempo das nossas avós:

AMARELINHA
Joga se a pedra na 1ª quadra, não podendo pular nela.
Vai com um pé só, batendo os dois pés no chão, na quarta e quinta casa e no céu sem fim.
PIÃO
Brinquedo Infantil constituído de uma peça de madeira, piriforme, com uma ponta metálica, sobre a qual faz movimentos rotativos, após ter sido impulsionado um cordel.Mundialmente conhecido, acredita-se que o pião tenha origem remota, tendo, até mesmo, sido praticado pelos homens pré-históricos. Existe uma pintura em um vaso grego, de cerca de 2500 anos, no qual se observam duas pessoas e um grande pião de madeiraPlínio e Virgílio comentaram em suas obras a grande popularidade que possuía o pião entre as crianças romanas. Existem certas regiões que os piões assumem caráter comercial e profissional, como no Japão, onde artistas exibem-se executando números musicais, ao mesmo tempoem que giram os piões.

Alunas: Jaine, Mariana Araújo e Amanda

Atividades Seqüenciadas:* Lendas
- Pesquisar com pais e avós lendas conhecidas;- Socializar as lendas na sala de aula, por meio de recontos ou dramatizações;- A professora deverá ler diariamente uma lenda p/ classe, usando diferentes estratégias como: teatro de fantoches (ou dedoches), dramatizações, teatro de sombras...- Escolher por meio de votação as lendas preferidas dos alunos;- Elaborar um gráfico com o resultado da votação (aproveitar e trabalhar situações-problema em matemática);- Pedir aos alunos (em duplas) que reescrevam algumas lendas:- Fazer revisão das reescritas ( individual ou coletivamente, depende do nível da turma);- Confeccionar um livro de lendas com as produções dos alunos (pedir que ilustrem);- Presentear outra sala ou a biblioteca da escola com o livro ou sortear um aluno por dia para levar o livro para casa e ler com a família.
*Parlendas-Pedir aos alunos que pesquisem em casa parlendas conhecidas;
- Socializar na classe as parlendas;
- Fazer uma votação para escolher as favoritas (dá até para montar um gráfico);
-Ensaiar a recitação de parlendas e marcar um dia para apresentação (legal ensaiar com microfone; os alunos ficam super-empolgados!);
- Confeccionar um livrinho de parlendas (se os alunos não souberem escrever, a prô é a escriba) e pedir aos alunos para ilustrarem.
Sugestão: preparar as páginas no stencil ou digitá-las e montar um livrinho para cada aluno da classe.*Trava-línguas- Fazer um levantamento dos trava-línguas conhecidos pela turma (se não souberem nenhum, pedir uma pesquisa para casa);
- Socializar os trava-línguas e organizar fichas de leitura de cada um deles;
- Os alunos levam para casa as fichas com os trava-línguas para que possam ler em casa;
- Organizar um campeonato de trava-línguas com a turma;- Atividade de leitura: dar o trava-língua fatiado em palavras para os alunos ordenarem (alunos não alfabéticos);
- Atividade de escrita (p/ alunos alfabéticos): entregar letras móveis na quantidade exata do trava-língua para as crianças escreverem (não pode faltar nem sobrar letras, fará os alunos pensarem em questões ortográficas)
*Adivinhas- A professora começa a aula lendo algumas adivinhas p/ turma, que tentam descobrir as respostas;
- Pedir aos alunos que tragam mais adivinhas conhecidas de casa;
- Organizar um campeonato de adivinhas na sala (dividir a turma em grupos de 4 alunos);
- Campeonato:1ª etapa: pedir aos grupos que escolham algumas das adivinhas pesquisadas em casa e escrevam em uma folha. Dar a folha para outro grupo responder. Após as adivinhas terem sido respondidas, devolvê-las ao grupo que a elaborou para que corrijam as respostas e marquem os pontos para cada resposta certa.2ª etapa: a professora prepara uma folha para cada grupo com uma determinada quantidade de adivinhas para que sejam respondidas. Socializar as respostas e marcar os pontos para cada acerto.3ª etapa: "Passa ou repassa" - a professora elabora uma adivinha para cada grupo, que deve respondê-la ou passar a vez para o próximo grupo responder.4ª etapa: Contagem dos pontos e premiação dos grupos vencedores
*Mural de personagens folclóricos- Fazer um levantamento dos personagens folclóricos conhecidos pelos alunos e organizar uma lista:
- Dividir a classe em grupos. Cada grupo deve sortear um personagem e ficará encarregado de organizar uma pesquisa sobre ele;
- Após a pesquisa, elaborar um texto sobre o personagem, ressaltando suas principais características;
- Revisar o texto com auxílio da professora, passar a limpo, fazer uma ilustração do personagem e organizar um mural, que pode ser fixado no pátio da escola ou mesmo na sala de aula.



BIBLIOGRAFIA:


http://www.ifolclore.com.br/
http://www.brasilfolclore.hpg.com.br/
http://www.folclore.art.br/
http://www.folc.hpg.com.br/

www.suapesquisa.com/folclorebrasileiro/folclore.htm

www.folclore.blogger.com.br/

www.brasilescola.com/folclore

www.qdivertido.com.br/folclore.php